Capítulo 28
SEG.
Sim, assim você disse antes, eu penso. E você
Com aquela vara de branco seu--
Por que, agora eu não penso o, eu li de tal
Mágico de prata-cabelo com uma vara,
Quem em um momento, com uma onda disto,,
Trapos de volta para jóias, palhaços para imperadores,
Por um pouco de magia de benigner que as estrelas
Pessoas de bem pobres vivas fora de mão
De todas suas aflições; em um pouco de sono encantado
Os levado em nuvem ou dragão-parte de trás
Em cima das montanhas, em cima do largo Profundamente,
E os fixou até esteira em Reino das fadas.
CHAMB.
Oh, meu Deus bom, você ri de mim--e eu
Direito contente lhe fazer riso a tal um preço:
Você me conhece nenhum encantador: se eu fosse,
Eu e minha vara até sua Alteza',
Como agora seu chamberlain--
SEG.
Meu chamberlain?--
E estes que o seguem?--
CHAMB.
Em você, meu Deus,
Sua Alteza' os senhores esperando.
SEG.
Deuses esperando.
Bem, eu tem aprendo repetir agora, eu penso,
Se só mas através de rote--Este é meu palácio,
E este meu trono--o qual precipitado--E isso
Fora da janela lá meu Capital;
E todas as pessoas que movem para cima e para baixo
Meus assuntos e meus vassalos gostam de yourselves,
Meu chamberlain--e senhores esperando--e
Clotaldo--e Clotaldo?--
Você é um velho, e parece um homem de reverendo--
Você não faz--entretanto o da mesma categoria-oficial dele--
Você não pretende me escarnecer?
CHAMB.
Oh, meu Deus!
SEG.
Bem então--Se nenhum mágico, como você diga,
Ainda fixando um enigma para mim que meu cérebro,
Com todos seu sensos girar, não pode resolver,
Você ou um destes com você têm que responder--
Como eu--que só ontem à noite dormiu
Não sabendo que a mesma terra de terra
Eu coloco--cadeia--dormir em era a Polônia--
Desperte para se achar o Deus disto,