Capítulo 36
Que hitherto mas sombreia em meus sonhos--
Juramentos e interferências,
O primeiro que que ousa se intrometer comigo mais--
Os príncipes e chamberlains e consultores,
A toque que ousa!--
AST.
Aquele desafio eu--
SEG. (o agarrando pela garganta).
Você ousa!
CHAMB.
Meu Deus!--
UM SENHOR.
A força dele é uma leoa--
(Vozes dentro. O Rei! O Rei!--)
(Entre em Rei.)
UM SENHOR.
E em um súbito como ele se levanta a olhar
Como poder um lobo só firme na presa dele,
Luzindo a um de repente leão de encontro.
REI.
E eu aquele mais perto voou com braços abertos
Os dobrar arredondam meu filho, tem que devolver agora
Os apertar novamente a um coração vazio!
(Ele senta no trono.)
SEG.
Isso o Rei é?--Meu pai?
(Depois de uma pausa longa.)
Eu ouvi
Que às vezes um pouco de instinto de cortina foi conhecido
Atrair a reconhecimento mútuo esses
Do mesmo sangue, além de toda a memória,
Dividido, ou ev'n nunca se encontraram antes.
Eu não sei como isto é--talvez em brutos
Aquele ao vivo através de instintos mais bondosos--mas eu sei
Isso que olha agora naquela cabeça cujo coroa
O pronuncia um rei soberano, eu sinto
Nenhuma colocação da corrente em meu sangue
Tow'rd ele como antepassado. Como is't com você, o homem velho,
Tow'rd ele eles chamam seu filho?--
REI.
Ai! Ai!
SEG.
Sua tristeza, então?
REI.
Vendo o que eu faço.
SEG.
Sim, mas como saiba esta tristeza que cresceu
E criou mofo a esta forma presente de homem,
A partir de sua própria criação?
REI.
Ev'n de nascença.
SEG.
Mas daquela hora para isto, se aproxima, como penso eu,
Uns vinte tais renovações do ano
Como rastro eles nas pedras estéreis,
Eu nunca o vi, nem você eu--a menos que,
Realmente, a menos que por um dessas máscaras escuras