Capítulo 37
Por qual um filho não pode reconhecer
O melhor de pais.
REI.
Seja que como você vá:
Mas, agora nós vemos um ao outro cara a cara,
Me conheça como você eu sei; que fez eu não,
Por qualquer sinais, seguramente,
Você não estava aqui para provar isto a meu risco.
SEG.
Você é meu pai.
E é isto retifica então, como jura Clotaldo,
'Twas você que do nascimento de amanhecer de um
Você trouxe em being,--você, eu digo,
Que roubou o mesmo direito inato dele; não só
Aquele direito secundário e estranho
De soberania, mas até mesmo aquele início
Herança que todos os homens compartilham semelhante,
E o encadeia--o encadeie!--como o whelp de uma besta selvagem.
Entre como montanhas selvagens, para esta hora?
Resposta se isto é assim.
REI.
Oh, Segismund,
Em tudo aquilo fiz eu isso parece a você,
E, sem mais adiante audição, razoavelmente parece,
Antinatural e cruel--'twas não eu,
Mas Um que escreve a ordem dele no céu
Eu ousei não interprete mal nem negligencie,
Que sabe com que relutância--
SEG.
Oh, essas estrelas,
Essas estrelas que muito longe para cima de culpa humana
Se clarear, ou descuidado do custo,
Ainda agüente nos ombros lustrando deles/delas tudo
Os homens de culpa trocam neles!
REI.
Não, mas pensa:
Não só na contagem comum de tipo,
Mas aquela conta estranha de soberania--
Se não atrás da besta em cérebro como coração,
Como deva eu lido assim com minha criança inocente,
Duplamente desejado, e duplamente querido quando vem,
Como aquele segundo-ego de doçura que todo o desejo,
E príncipes mais que tudo, se arraigar,
Por aquela sucessão no corações das pessoas deles/delas,
A menos que àquele superior o Will para qual
Não os reis só, menos arcos de natureza soberanos?
SEG.
E o que teve essas mesmas estrelas para me contar