Capítulo 6
Para qual isso não é como nada--eu
Mais hábil deixar o segredo fora mim
Sem sua ajuda nada--Venha, venha, se anime!
E se você canta novamente, 'Venha prosperidade, venha aflição,'
Deixe ser isso; porque nós nunca separaremos
Até que você faz o sinal.
PÍFARO.
'Tis uma pechincha.
ROS.
Agora começar, então. 'Siga, me siga,
'Você duendes de fada que são.'
PÍFARO.
Sim, e vai em--
Algo de 'escuridão seguinte como um sonho,'
Para isso nós somos depois.
ROS.
Não, depois do sol;
Tentando pegar seguram das saias brilhando dele
Aquele declive na montanha como vai ele.
PÍFARO.
Ah, ele se é pegando passado--como você falou
Ele ouviu o que você estava dizendo, e--só assim--
Como algum água-pássaro assustado,
Como nós dizemos em meu país, _dove_ debaixo de.
ROS.
Bem, nós o temos que seguir como melhor nós podemos.
Polônia não é nenhum grande país, e, como ricos
Nos homens e meios, vá mas poucos acres sobressalente
Mentir em baixo das montanhas de barreira dela descobrem.
Nós não podemos, eu acredito, seja muito distante
De gênero humano ou as habitações deles/delas.
PÍFARO.
Envie assim!
E bem proveu para homem, mulher, e besta.
Não, não para besta. Ah, mas meu coração começa
Ansiar por ela--
ROS.
Mantenha fim, e mantenha seus pés
Do servir como seus fizeram.
PÍFARO.
Como para bestas,
Se por falta de outro entretenimento,
Nós deveríamos lhes proporcionar nós mesmos comer--
Ursos, leões, lobos,--
ROS.
Oh, nunca medo.
PÍFARO.
Ou então,
Falta de outras bestas, homens mais bestiais,,
Canibais, Anthropophagi, poloneses nus,
Que nunca conheceu um alfaiate mas através de gosto.
ROS.
Olhe, olhar! A menos que meu misconceive caprichoso
Com crepúsculo--abaixo entre as pedras lá, Pífaro--