Capítulo 48
ansiedade exclui de uma descrição muito diferente.
No inverno de 1778 a permissão do Rei para o retorno de Voltaire;
depois de uma ausência de vinte e sete anos, foi obtido. Alguns rígido
pessoas consideraram esta concessão por parte do Tribunal mesmo
imprudente. O Imperador, em deixar a França, passado pelo Castelo de
Ferney sem parar lá. Ele tinha aconselhado para a Rainha que não sofresse
Voltaire ser apresentado a ela. Uma senhora que pertence ao Tribunal aprendeu
a opinião do Imperador naquele ponto, e lhe reprovou o desejo dele de
entusiasmo para o maior gênio da idade. Ele respondeu que para
o bem das pessoas ele sempre deve endeavour para ganhar pelo
conhecimento dos filósofos; mas que o próprio negócio dele de soberano
sempre preveniria a posição dele ele entre aquela seita. O clero
também dado passos para impedir o aparecimento de Voltaire em Tribunal. Paris, porém,,
levado ao lance mais alto o honours e entusiasmo mostrados o grande
poeta.
Era Paris deixada muito ininteligente pronuncie com tal transporte uma opinião
tão defronte para o do Tribunal. Isto estava fora pontudo para a Rainha, e
lhe foi falada que, sem conferenciar em Voltaire o honour de um
apresentação, ela poderia o ver nos apartamentos Estatais. Ela não era
oposto a seguir este conselho, e se apareceu envergonhado somente aproximadamente
o que ela deveria dizer a ele. Recomendaram que ela falasse aproximadamente nada mais que
o "Henriade", "Merope", e "Zaira." A Rainha respondeu que ela vai
ainda consulte alguns outras pessoas em quem ela teve grande confiança. O
dia que vem anunciou ela que era irrevocably decidido que o Voltaire não deve
veja qualquer sócio do real family,--suas escritas sendo muito antagônico
para religião e moralidades. "Porém, é estranho", disse a Rainha "que
enquanto nós recusamos admitir o Voltaire em nossa presença como o líder de
escritores filosóficos, o de de Marechale que Mouchy deveria ter apresentado a mim,
alguns anos atrás a Senhora Geoffrin de que deveu a celebridade dela ao título