Capítulo 5
sangue e a nobreza principal do reino. Incógnito de Travelling, o
o Príncipe jovem reivindicou que a primeira visita não era devida dele para o
Príncipes do sangue; e a Rainha apoiou a pretensão dele.
Do tempo da Regência, e por causa da residência do
família de Orleans no seio do capital, Paris tinha preservado um
grau notável de anexo e respeita para aquela filial do real
casa; e embora a coroa estava ficando mais remota do
Príncipes da Casa de Orleans, eles tiveram a vantagem (um grande com
o Parisians) de ser os descendentes de Henri IV. Uma afronta para isso
família popular era um chão sério de antipatia à Rainha. Era a
este período que os círculos da cidade, e até mesmo do Tribunal, expressou
eles amargamente sobre a leviandade dela, e a parcialidade dela para a Casa de
Áustria. O Príncipe para quem a Rainha tinha embarcado dentro um importante
disputa familiar--e uma disputa que envolve prerrogativas nacionais--era,
além, pouco calculou para inspirar interesse. Ainda jovem, desinformado,
e deficiente em talento natural, ele estava fazendo sempre asneiras.
Ele foi para o du de Jardin Roi; De de M. Buffon que o recebeu lá,
lhe oferecido uma cópia dos trabalhos dele; o Príncipe recusou aceitando o livro,
dizendo a de de M. Buffon, da maneira mais cortesa possível, "eu deveria ser
muito arrependido o privar disto."
[Joseph II, na visita dele para a França, também foi ver de de M. Buffon, e
dito a isso celebrou o homem, "eu sou vindo ir buscar a cópia de seus trabalhos
o qual meu irmão esqueceu."--NOTE PELO EDITOR.]
Pode ser suposto que o Parisians foram entretidos muito com isto
resposta.
A Rainha foi mortificada excessivamente aos enganos feitos pelo irmão dela;
mas o que doeu o dela a maioria estava sendo acusado de preservar um coração austríaco.
Marie Antoinette teve que suportar aquela imputação durante mais de uma vez o
curso longo dos infortúnios dela. Hábito não parou as lágrimas tal
injustiça causou; mas a primeira vez que ela foi suspeitada de não amar