Capítulo 10
as crianças dela; e ainda ela não sofreria qualquer violência a ser usada
a alivie deste aborrecimento intolerável. Um dia determinado de de M. tendo
Permissão de Seze para entrar em Trianon, ela enviou desejar que ele viria a mim,
e me dirigiu informar isso celebrado o defensor de de de M. Castelnaux
distúrbio, e então o chamar que de de M. Seze poderia ter alguns
conversação com ele. Ele falou com ele quase uma hora, e fez
impressão considerável na mente dele; e afinal de de M. Castelnaux
me pedido que informasse a Rainha positivamente que, desde que a presença dele era
desagradável a ela, ele se aposentaria para a província dele. A Rainha era mesma
muito alegrou, e desejou que eu expressasse a satisfação completa dela a de de M.
Seze. Meio uma hora depois de de de M. Seze teve sido ido o louco infeliz era
anunciado. Ele veio me falar que ele retirou a promessa dele que ele teve
não comando suficiente dele para deixar de ver a Rainha tão freqüentemente quanto
possível. Esta determinação nova: era uma mensagem desagradável para levar
a Majestade dela mas como era eu afetei à ouvir dizer, "Bem, o deixe
me aborreça! mas não o deixa seja privado da bênção de liberdade."
[Na apreensão do Rei e Rainha a Varennes, este infeliz
Castelnaux tentou se sofrer fome a morte. As pessoas em de quem
more ele viveu, enquanto ficando intranqüilo à ausência dele, teve a porta do quarto dele
forçado aberto, quando ele foi achado esticado no chão insensato. Não
saiba o que o restou depois dos 10º de agosto.--SENHORA CAMPAN.]
A influência direta da Rainha em negócios durante os anos mais cedo de
o reinado só foi mostrado nos esforços dela para obter do Rei um
revisão dos decretos em duas causas célebres. Estava ao contrário dela
princípios para interferir em assuntos de justiça, e nunca ela proveito
ela da influência dela para influenciar os tribunais. O de de Duchesse Praslin,
por um capricho criminal, levou a inimizade dela tão longe ao marido dela sobre