Capítulo 21
d'Espremenil de M. induzido, nas primeiras dificuldades sobre o Parlamento, para
diga que era impolítico e imoral para ver palácios que pertencem a uma Rainha
de França.
[A Rainha nunca esqueceu desta afronta de d'Espremenil de M.; ela disse isso
como foi oferecido de cada vez quando ordem social não teve contudo estado transtornado,
ela tinha sentido a mortificação de severest a isto. Logo antes o
queda do trono M. Espremenil, tendo aderido o Rei abertamente,
apóie, foi insultado nos jardins do Tuileries pelo Jacobins, e assim
maltratou que ele foi levado casa muito doente. Alguém recomendou o
Rainha, por causa dos princípios realistas professou ele então, enviar
e pergunta por ele. Ela respondeu que ela verdadeiramente foi afligida ao que teve
acontecido a d'Espremenil de M., mas aquela mera política nunca deveria a induzir
mostrar qualquer solicitude particular sobre o homem para que teve sido o primeiro
faça insultando um ataque assim no caráter dela.--SENHORA CAMPAN]
A Rainha estava muito insatisfeita com a maneira em qual de de M.
Calonne tinha administrado este assunto. O de de Abbe Vermond, o mais ativo e
perseverando dos inimigos daquele ministro, viu com delícia que o
expedientes desses de quem poderiam ser esperados recursos novos sós era
ficando exausto gradualmente, porque o período quando o Arcebispo de
Toulouse seria colocado em cima das finanças foi acelerado assim.
A marinha real tinha retomado uma atitude imponente durante a guerra para o
independência de América; paz gloriosa com a Inglaterra tinha compensado para
os ataques anteriores de nossos inimigos na fama de França; e o trono
era rodeado por numerosos herdeiros. O chão exclusivo de intranqüilidade estava dentro
as finanças, mas aquela intranqüilidade só relacionou à maneira em qual eles
foi administrado. Em uma palavra, feltro de França confiante em sua própria força
e recursos, quando dois eventos nos quais parecem raramente merecedor de um lugar
história, mas que tem, não obstante, um importante nisso do