Capítulo 37
da Rainha; e eu pensei que eu estava satisfazendo a Majestade dela levando isto
negócio em mim."
A Rainha aqui o interrompeu e disse, "Como, monsieur, pôde você acredita
que eu deveria o selecionar, com quem eu não falei durante oito anos, para
negocie qualquer coisa para mim, e especialmente pela mediação de uma mulher
quem eu faço nem mesmo saiba?"
"Eu vejo claramente", disse o Cardeal "que eu fui enganado. Eu pagarei
para o colar; meu desejo para agradar sua Majestade me encobriu; Eu suspeitei
nenhum truque no afazeres, e eu sinto muito por isto."
Ele tirou então do bolso-livro dele uma carta da Rainha para de de Senhora
Lamotte, lhe dando esta comissão. O Rei levou isto, e, segurando isto
para o Cardeal, disse:
"Isto nem não é escrito nem assinou pela Rainha. Como pôde um Príncipe de
a Casa de Rohan, e um Almoner Principal de França, já pense que o
Rainha assinaria a Marie Antoinette de a França? Todo o mundo sabe isso as rainhas
só assine pelos nomes batismais deles/delas. Mas, monsieur", procurou o Rei,
lhe dando uma cópia da carta dele para Baehmer, já o "tenha escrito tal um
carta como isto?"
Tendo olhado em cima disto, o Cardeal disse, "eu não me lembro de ter
escrito isto."
"Mas o que se o original, assinado por você, fosse mostrado a você?"
"Se a carta seja assinada sozinho que é genuíno."
Ele era várias vezes extremamente confusas, e repetidas, "eu fui
enganado, Majestade; Eu pagarei pelo colar. Eu pergunto perdão de seu
Majestades."
"Então explique a mim", retomou o Rei, "o todo deste enigma. Sim
não deseje o achar culpado; Eu tive bastante você se justificaria.
Considere para todos o manobra com Baehmer, estas garantias e estes
cartas."
O Cardeal então, se ficando pálido, e apoiando contra a mesa, disse,
"Procrie, eu estou muito confuso para responder de certo modo para sua Majestade--"
"O, Cardeal, componha e entre em meu gabinete; você achará lá
empapele, canetas, e ink,--escreve o que você tem que dizer a mim."