Capítulo 4
honour nacional. A partida do comissário inglês de Dunkirk,
que tinha sido desde então fixo naquele lugar a paz vergonhosa de 1763 como
inspetor de nossa marinha, ocasionou uma êxtase de alegria.
[Pelo Tratado de Utrecht (1713) foi estipulado que as fortificações
e porto de Dunkirk deveria ser destruído. Pelo Tratado de Paris (1763) um
o comissário era residir em Dunkirk para ver que nenhuma tentativa foi feita
quebre este tratado. Esta estipulação foi revocada pela Paz de
Versalhes, em 1783.--veja o "Moderno de TINTUREIRO Europa", 1ª edição, vol. i.,
pp. 205-438 e 539.]
O Governo comunicou ao inglês a ordem para a partida dele
antes de o tratado fosse tornado público. Mas para aquela precaução a populaça
teria cometido algum excesso provavelmente ou outro para fazer o
agente de tato de poder inglês os efeitos do ressentimento que teve
constantemente aumentado durante a permanência dele àquele porto. Esses se ocuparam de comércio
era as únicas pessoas descontentadas com o tratado de 1783. Aquele artigo
o qual contanto para, a admissão livre de bens ingleses aniquilou ao uma
assoe o comércio de Rouen e as outras cidades industriais ao longo do
reino. O inglês enxameou em Paris. Um número considerável deles
foi apresentado em Tribunal. A Rainha lhes prestou atenção marcada; indubitavelmente
ela lhes desejou que distinguissem entre a estima ela sentia para o nobre deles/delas
nação e as visões políticas do Governo no apoio teve
disposto aos americanos. Porém, descontentamento foi manifestado em Tribunal
por causa do favour dado pela Rainha no inglês
nobres; estas atenções foram chamadas gamações. Isto era iliberal;
e a Rainha reclamou justamente de tal ciúme absurdo.
A viagem para Fontainebleau e o inverno em Paris e em Tribunal era
extremamente brilhante. A primavera devolveu essas diversões que o
Rainha começou a preferir ao esplendor de fetes. A harmonia mais perfeita
subsistido entre o Rei e Rainha; Eu nunca vi mas uma nuvem entre