Capítulo 44
e a maior parte da nobreza esteja naquele momento ultrajante contra
autoridade, e principalmente contra a Rainha.
As conclusões do procureur-general, e esses de uma parte das cabeças de
a magistratura, era como severo para o Cardeal como a informação tida
sido; ainda ele foi absolvido completamente por uma maioria de três vozes; a mulher
De Lamotte foi condenado para ser chicoteado, foi marcado com ferro, e foi prendido; e ela
marido, para contumácia, foi condenado às galeras para vida.
[O extrato seguinte é das "Memórias" do Abbe Georgel: "O
sittings eram longos e multiplicados; era necessário ler o todo
procedimentos; mais de cinqüenta juízes sentou; mestre de pedidos; um amigo de
o Príncipe, escreveu abaixo tudo aquilo foi dito lá, e enviou isto a seu
conselheiros que acharam pretendem informar o Cardeal disto, e somar o
plano de conduta que ele deveria procurar." D'Epremesnil, e outro jovem
consultores, mostrou naquela ocasião mas muita audácia em braving
o Tribunal, muita ânsia aproveitando uma oportunidade de atacar isto.
Eles foram o primeiro em tremer aquela autoridade que as funções deles/delas fizeram isto
um dever neles para respeitar.--NOTE PELO EDITOR.]
M. Pierre de que Laurencel, o substituto do general de procureur, enviou para a Rainha
uma lista dos nomes dos sócios da Câmara Principal, com os meios,
uso feito de pelos amigos do Cardeal ganhar os votos deles/delas durante o
tentativa. Eu tive esta lista para manter entre os documentos que a Rainha depositou
na casa de M. Campan, meu sogro, e o qual, à morte dele, ela
ordenado que eu preservasse. Eu queimado esta declaração, mas eu me lembro de senhoras
não executado uma parte muito respeitável para os princípios deles/delas; estavam por eles,
em atenção a somas grandes que eles receberam, que alguns do
sócios mais velhos e respeitados foram ganhos em cima de. Eu não vi um único
nomeie entre o Parlamento inteiro que foi ganho diretamente.
A convicção confirmada por tempo é, que o Cardeal era completamente enganado por