Capítulo 37
Eu tenho fé cheia em seu honour e fidelidade, como também em seu outro
qualidades boas; e que eu já confio no zelo e me dirijo que você mostra
me sirva."
[Eu tinha recebido há pouco esta carta da Rainha quando M. de la Chapelle,
comissário-geral da casa do Rei, e cabeça dos escritórios de M.
de que Laporte, ministro da lista civil, veio me ver. O palácio tendo
já sido ensacado pelo brigands nos 20º de junho, 1792, que ele propôs
que eu deveria confiar o papel a ele, que ele poderia colocar isto dentro um mais seguro
situação que os apartamentos da Rainha. Quando ele devolveu em seu
escritórios ele colocou a carta ela tinha condescendido para escrever a mim atrás um
quadro grande no armário dele; mas no contrário a de agosto M. de la Chapelle
foi lançado nas prisões do Abbaye, e o comitê de público
segurança se estabeleceu nos escritórios dele, de onde eles emitiram todos seu
decretos de morte. Lá estava que um criado vilão que pertence a M.
de que Laporte foi declarar isso nos apartamentos do ministro, debaixo de um
se aloje o chão, vários documentos seriam achados. Eles foram trazidos
adiante, e de de M. que Laporte foi enviado ao andaime para onde ele sofreu
tendo traído o Estado servindo o mestre dele e soberano. M. de la
Chapelle foi salvado, como se por um milagre, das massacres dos 2d de
Setembro. O comitê de segurança pública que tem removido ao Rei
apartamentos ao Tuileries, M. de la Chapelle teve permissão para devolver
o armário dele para tomar alguma propriedade que pertence a ele. Se ficando redondo o
se imagine atrás de qual ele tinha escondido a carta da Rainha, ele achou isto dentro o
coloque em qual ele tinha deslizado isto, e, se encantou para ver que eu estava seguro
das conseqüências doentes poderia ter trazido a descoberta deste papel
em mim, ele queimado isto imediatamente. Em tempos de perigo um mero nada pode
economize vida ou destrua.--SENHORA CAMPAN]
No momento que eu ia expressar minha gratidão à Rainha eu