Capítulo 47
audiência; que quando só com ela, ele tinha se lançado aos pés dela, e
lhe falou que ele tinha puxado o 'ruge de gorro' em cima da cabeça dele para o mesmo
orelhas; mas que ele nem era nem poderia ser um jacobino; que a Revolução
tinha sido sofrido para estender até mesmo àquela populaça de destruidores que,
pensando de nada mais que pilhagem, estava maduro para qualquer coisa, e poderia fornecer
a Assembléia com um exército formidável, pronto arruinar os restos de um
trono já mas muito abalado. Ainda falando com o extremo
ardour ele agarrou a mão da Rainha e beijou isto com transporte,
exclamando, o ser economizado "Sofra!" A Rainha me falou que o
em protestos de um traidor não seriam confiados; que o todo seu
conduta foi conhecida assim bem que indubitavelmente o curso mais sábio não era
confie a isto;
[Não pode ser duvidada a sinceridade de Dumouriez Geral neste exemplo.
O segundo volume das Memórias dele mostra como injusto o desconfie e
repreensões da Rainha eram. Rejeitando os serviços dele, Marie Antoinette
se privado dela único apoio restante. Ele que salvou a França dentro
o suja de Argonne teria salvado a França talvez antes dos 20º de
Junho, o teve obtido a confiança cheia de Louis XVI. e o
Rainha.--NOTE PELO EDITOR.]
além disso, que os Príncipes recomendaram particularmente que nenhuma confiança
deveria ser colocado em qualquer proposição que emana o reino de dentro;
que a força sem se tornou impondo; e que era melhor confiar
no sucesso deles/delas, e na proteção devido de Céu para um soberano
tão virtuoso como Louis XVI. e para tão há pouco uma causa.
Os constitucionalistas, na parte deles/delas, viram que não tinha havido nada
mais que um pretence dos escutar. O último conselho de Barnave era como
para os meios de continuar, alguns semanas mais longo, o Guarda Constitucional,
que tinha sido denunciado à Assembléia, e seria licenciado. O
denúncia contra o Guarda Constitucional afetou só seu pessoal, e