Capítulo 50
A mãe infeliz não fez nenhuma resposta. Urgido um novo se explicar, ela,
dito, com emoção extraordinária, pensei "eu que natureza humana vai
com licença de responder tal uma imputação, mas eu atraio disto para o
coração de toda mãe aqui presente." Esta resposta nobre e simples afetou
tudo que ouviram isto.
Nos testemunhos das testemunhas, porém, tudo não estavam tão amargos para
Marie Antoinette. O D'Estaing valente cujo inimigo ela tinha sido, vá
não diga nada que a inculpar, e só falou da coragem que ela
tinha mostrado nos 5º e 6º de outubro, e da resolução nobre que
ela tinha expressado, morrer ao lado do marido dela em lugar de mosca. Manuel, em
despeito da inimizade dele para o Tribunal durante o tempo do Legislativo
Assembléia, declarou que ele não pudesse dizer nada contra o acusado.
Quando o Bailly venerável foi apresentado, quem antigamente tão freqüentemente
predito ao Tribunal as calamidades que sua imprudência tem que produzir,
ele se apareceu afetado dolorosamente; e quando ele foi perguntado se ele conhecesse a esposa
de Capet, "Sim", disse ele, se curvando respeitosamente, "eu conheci a Senhora." Ele
declarou que ele não soube nada, e manteve que as declarações
extorquido do Príncipe jovem relativo para a viagem para Varennes era
falso. Em recompensa para o testemunho dele ele foi assaltado com ultrajante
repreensões das quais ele poderia julgar que destino seria premiado logo para
ele.
Em toda a evidência lá se aparecida mas dois fatos sérios, atestados por,
Latour-du-alfinete e Valaze que depuseram a eles porque eles não pudessem ajudar
isto. Latour-du-alfinete declarou aquela Marie Antoinette tinha solicitado a ele
uma declaração precisa dos exércitos enquanto ele era o ministro de guerra. Valaze,
sempre frio, mas respeitoso para infortúnio, não diria nada para
crimine o acusado; ainda ele não pôde ajudar declarando que, como um sócio
da comissão de vinte e quatro, sendo carregado com os colegas dele para
examine os documentos achados na casa de Septeuil, tesoureiro do civil