Capítulo 61
os proferido, é verdade, mas sem os entender; eles não souberam um
única palavra daquele idioma.
Menção era um dia feito à Rainha de um desenho feita por ela, e
apresentado pela Imperatriz a M. Gerard, balconista principal de Relações exterior, em
a ocasião do andamento dele para Viena para preparar os artigos para ela
matrimônio-contrato. "Eu deveria me ruborizar", disse ela, "se aquela prova do
charlatanismo de minha educação foi mostrado a mim. Eu não acredito que eu já
ponha um lápis àquele desenho." Porém, o que tinha a sido ensinado que ela soube
perfeitamente bem. A facilidade dela de aprender era inconcebível, e se tudo
os professores dela tinham sido bem como informado e como crente para o dever deles/delas como
o Abbe Metastasio que ensinou o italiano dela como o que ela teria atingido
grande uma superioridade nas outras filiais da educação dela. A Rainha
raio que idioma com graça e alivia, e traduziu o mais difícil
poetas. Ela não escreveu corretamente para o francês, mas ela falou isto com o
maior fluência, e até mesmo afetou para dizer que ela tinha perdido alemão. Em
fato que ela tentou em 1787 para aprender a mãe-língua dela, e levou lições
assiduamente durante seis semanas; lhe obrigaram a que os renunciasse, enquanto achando tudo
as dificuldades que um Frenchwoman que deveria levar o estudo também
tarde, teria que encontrar. Da mesma maneira ela deixou o inglês,
o qual eu tinha a ensinado durante algum tempo, e em qual ela tinha feito rápido
progresso. Música era a realização em qual a Rainha que a maioria se encantou.
Ela não jogou bem em qualquer instrumento, mas ela tinha ficado capaz ler
à vista como um professor de primeira categoria. Ela atingiu este grau de
perfeição na França, esta filial da educação dela tendo sido negligenciado
em Viena até o resto. Alguns dias depois da chegada dela a
Versalhes, ela foi apresentada ao cantar-mestre dela, La Garde, o autor de
a ópera de "Egle." Ela marcou um horário distante com ele, enquanto precisando, como