Capítulo 5
lealdade para o governo legalmente estabelecido.
Em Senhora o tempo de Calderon as classes altas mexicanas eram uma extensão, assim
falar, da sociedade vice-real velha. Só o muito jovem não tinha visto
a bandeira espanhola que voa em cima dos edifícios públicos ou não tinha sido mais ou
menos se familiarizado com os últimos vice-reis. As recepções presidenciais de um
Bustamante ou uma Santa Anna no Palácio Nacional, da mesma maneira que durante o
reinado curto de Augustin eu de Iturbide, era em chamas com brilhante
uniformes, brilhando decorações, vestidos bons, e jóias ricas, enquanto a
festas privadas que os sobrenomes velhos e títulos continuaram sendo agüentados com
o prestígio de dias coloniais anteriores.
Por outro lado, as relações entre o senhor e criado são fielmente
retratado por Senhora Calderon de la Barca. Falando de vida dentro um
_hacienda_, ela descreve como a senhora da casa sentou ao piano,
enquanto os empregados e criados executaram as danças típicas do
país para o benefício de convidados e parentes, sem sugestionar qualquer,
idéia de igualdade ou desrespeita, mais ou menos na moda do Meio
Idades, quando o senhor e a senhora do solar sentaram a mesa com o deles/delas
criados, entretanto o posterior permaneceu rigorosamente debaixo do sal. Com
considere às mais baixas classes, Senhora Calderon sempre vê o pitoresco
lado de coisas que ela descreve vividamente e colourfully.
Será lamentado (particularmente de um ponto de vista mexicano) isso
Fanny Inglis, ou o editor dela, só deveria ter pensado isto expediente dar
as primeiro e últimas cartas dos nomes das pessoas mais proeminentes de
quem ela fala, um sistema que faz isto difícil depois para um leitor de
dias os identificar, menos em um ou dois casos. Muitos eram o íntimo
amigos do Calderons, mas especialmente o Conde la de de Cortina, um bem-
figura conhecida em sociedade e em círculos literários e científicos, o
O Marques e de de Marquesa Vivanco, e o "Guera Rodriguez", (a "Feira