Capítulo 10
Liberdade como o mar se aposenta;
Ruidosamente agora, por spray-lágrima encobrir
Pulse e trovão liras prateadas;
Silenciado quando a mar-água forte
Para seu grande' coração, ilimitado,,
Subindo, leva a filha do vale,
Acalma a canção da angústia dela.
O CONTO DE UGONDE.
Durante algum tempo a salmoura salgada me deixa
O'er minhas pedras terraplenadas para cair,
E meu rápido-vôo livre largo molha
Revocação de recordações velha.
Antes do mais alto anseia era mudas
Com meu vida-fluxo estes eram blent;
Como as palavras de um pai, como setas,
Diretamente para os corações de crianças é enviado,
Assim minhas correntes acelerando para baixo,
Já passando, cante o mesmo
História dos dias se lembrou,
Quando as pessoas mais estranhas vieram.
Homens de membros poderosos e vozes,
Agüentando lustrando proteções e facas,
Pintado vislumbrado os cabelos deles/delas gostam de noite,
Quando o sol em mergulhos de oceano.
Azule os olhos deles/delas e alto a estatura deles/delas,
Enorme como sombras de índio vistas
Quando o sol por névoas de manhã
Os lança o'er o brilho de um lago claro.
De antes dos grandes Pálido-face
Fugido as tribos para bosques e cavernas,
Assistindo os conselhos medrosos deles/delas por isso,
Onde eles falaram ao lado das ondas.
Porque eles amaram as costas, e formou
Casas de suas pedras, e lá
Pescado e descansou, dançou a noite-tempo
Pelo fogo deles/delas e o clarão de tochas.
Cantado canções altas antes dos ansiar-troncos
Como eles crepitaram na chama,
Elevado e bebeu de osso-xícaras, enquanto gritando
Fiercely algum nome de espírito estranho.
Virando ao caminho da manhã,
Chorado eles assim para deuses, e nenhum
Ousado lutar os gigantes barbudos,
Crianças do fogo e sol.
Dos corpos deles/delas caíram nossos pederneira-dardos,
Ainda as setas deles/delas voaram, como raios
Flamejando das pedras onde poliram
Pelo gelo em dias de inverno.
Então os índios pediram os espíritos