Capítulo 44
E mourners lamentaram lá freqüentemente
Os mortos para fé e rei.
Mas nunca vai os lábios daquela senhora
Lá fale a aflição dolorosa dela,
Embora na câmara dela à noite
As lágrimas freqüentes dela fluiriam.
Ela sonhou com injustiça onde amor foi buscado,
De olhos cruéis astuciosos,
De um degrau íngreme, de mãos ávidas,
Isso abafou gritos comoventes;
De vento que rasgou as ondas assobiando,
E uivou montanhas de o'er descobrem;
Onde queimaduras inchadas em nuvens emplumadas
Foi colidido no ar.
Da pessoa molhou pedra, de horror selvagem,
Quando ela era só esquerda,
Até que loucura parecesse a whelm o pensamento dela
E, com um gemido estremecendo,
Novamente ela ouviu a pressa de ondas,
E, onde ela encolhendo viraram,
A alga lá, como o cabelo de mulher,
O assassino ondula rejeitado.
Novamente a noite e vento foi unido
Escarnecer a esperança dela de ajuda,
Gaveta gritando, ela despertou, onde uma vez
Ela dormiu uma empregada feliz.
Mas nenhum vai ela acusa, e bobo
Reprovado a chamada de vingança,
Cultive uma véspera escura a ceia-tempo
Dentro do corredor escuro velho,
Ela ouviu algum sussurro, e ela viu
A licença de irmão dela o lugar dele,
Vá adiante, e entrando, acene fora
Uma faixa, com face de jogo dura.
Novamente ele veio, e o'er o curvado dela,
E sussurrou a "Irmã querido,
Deixe queda seu véu sobre sua cabeça,
Nem treme quando você ouvir
Aquele Duart entra no disfarce de mourner!
Lo, lá ele leva o assento dele.
Chefe, nos fala por que seu mien está triste,
Quando os amigos e kinsmen se encontram?"
"Minhas aflições são grandes, minha esposa mente morto,
Mas semana de yester estas mãos
Fechado os doces olhos dela, e agora eu trago
O corpo dela para suas terras."
Então era o arras puxado aparte
E girt com esteira ilumina drear,
Em baixo da abóbada de carven da arcada,
Foi agüentado um ataúde branco-cruzado.
E rosa de Duart; o olho inconstante dele
Movido como um pântano-fogo pálido,