Capítulo 8
Alcião falou do spray de cedro,
Tocado tambor a perdiz longe;--
Ah! podido nós escolhemos viver como eles!
_LEGEND DO ROBIN_ CANADENSE
É isto Tripule só que merece
Imortalidade ou morte?
Cada criou coisa herda
Ar igual e respiração comum.
Almas passam para a frente: alguns estão percorrendo
Caça-chãos felizes, e alguns
É como jovial, entretanto mudando,
Forma seja alterada, idioma bobo.
Belo tudo, se pele ou pena,
Força ou presente de canção são deles/delas;
Ele que plantou todo junto
Igualmente o destino deles/delas prepara.
Goste de Cronometrar, isso não morre, enquanto vivendo
Pela mudança trazem as estações,
Assim os homens, enquanto morrendo, é mas dando
Vida para algum pé rápido ou asa.
Pássaro e besta que o Selvagem apreciou,
Mas os Pisco-de-peito-ruivos amaram ele melhor;
O'er a sepultura onde ele pereceu
Eles prosperarão e construirão o ninho deles/delas.
Caçado pelo invasor branco,
Desapareça antigo corre tudo;
Ainda nenhum inimigo cruel ou comerciante
Silêncios a chamada do songster.
Para o homem branco também alegra,
O pássaro de arauto de Fonte de boas-vindas,
Quando o gelo quebra, e as vozes
Dos fluxos apressando é ouvido.
Onde o cabeça-vestido do índio tremulou,
Empalideça o colono recuaria,
E a maldição mais funda dele foi proferida
No Filho Vermelho da terra.
Depois sabido ele não, quando freqüentemente
Alegria com o Robin veio,
Como um espírito-mudança poderia amolecer
Odeie à chama de querido afeto:
Não sabido, como ouviu ele, se encantou,
Notas joviais em dado de bosques,
Como o coração dele tinha saltado, amedrontou
Àquela voz em batalha-grito.
Para um Selvagem jovem, mantendo
Longo o jejum cruel dele, tinha rezado,
Todos sua alma macerando ansiando,
Não para glória, perseguição, ou empregada;
Mas cantar em alegria, e viagem,
Seguindo as horas de verão,
Bebendo onde o meandro de fluxos,
Festejando com as folhas e flores.
Uma vez as pessoas dele o viram pintando