Capítulo 16
colours odioso sobre inspire aversão e desprezo. Vício, se descreveu, era
sustentado ridículo e detestando. O interesse da história era tão bem
mantido para cima sobre continue o leitor para o fim, e aquele fim mostrou freqüentemente
o herói ou heroína desabusaram tão completamente do encanto do mundo sobre
se aposente voluntariamente em conventos, em ordem, por uma devoção absoluta do
coração para Deus, consertar o dano feito a Ele, dando à criatura,
o amor devido a Ele só.
Estes livros passaram de mão para entregar o mundo alegre, era erudito, era
desfrutado, e a fruta juntou deles pelo leitor era a convicção
aquele Deus que se é o Deus Soberano, todo o outro amor mas que de qual
Ele é o objeto e o fim, é como ao contrário da felicidade de homem como isto
é oposto a todas as regras de justiça.
Nos deixe ouvir o que o próprio Camus diz sobre o motivo dele e administra dentro o
assunto de escritura de romance. [1]
"O empreendimento no qual eu embarquei de lutar com, ou bastante
afirmando contra esses livros inativos ou perigosos que se encapotam
debaixo do título de romances, exigiria as mãos de Briareus seguramente para
branda como muitas canetas, e a força de Hercules para apoiar tal um fardo!
Mas o que não podem realizar coragem, zelo, caridade, e confiança em Deus?"
Ele vai em dizer que entretanto ele vê todas as dificuldades, seu, à frente
coragem não falhará, porque ele segura a comissão dele de um São, o santo
Bispo de Genebra, em de quem intercessões, e na ajuda do Deus
de Santos, confia ele, e é confiante de vitória.
Ele nos conta dentro vários os trabalhos dele, e especialmente no "Desconhecido dele
Viajante", que era St. o Francis de Sales que primeiro lhe aconselhou que usasse
a caneta dele desta maneira, e que durante vinte e cinco anos o São tinha sido
cogitando e desenvolvendo este desígnio no cérebro dele.
No mesmo pequeno folheto Camus mostra os métodos ele seguiu como um
escritor moderno.
"Consiste", ele diz, "dizendo só coisas boas, só lidando com bem