Capítulo 33
o que teria sido o cadáver. Ele olhou para o chão de um
pesque, então outro, e finalmente encolheu os ombros e arranhou o couro cabeludo dele
novamente. Isto era estranho...
Muitas coisas estranhas tinham acontecido a ele, até mesmo desde que ele pôde
se lembre. Aquele cachorro que ele teve. Era momentos estranhos assim que ele
se lembrou quanto perdeu ele ele.
O tido durante trinta anos. Nunca parecia envelhecer. Ele nunca contou
qualquer um sobre isto--deu a desculpa que ele há pouco preferiu o mesmo tipo
de laboratório preto quando o velho foi levado para viver no fazenda dos pais dele.
Era algo de um alívio quando o Roosevelt (o cachorro, nomeado depois,
Theodore em lugar de Franklin Delano) foi matado. Estava se pondo duro
manter a pretensão, especialmente depois que os veterinários locais começassem
compare notas. Mas há pouco quando parecia como meio que a cidade estava falando
sobre o Cachorro Que não Morreria, acordou Justin e achou o Roosevelt
se deitando pelos pés dele, embora ele tivesse o omitido na jarda de parte de trás
e fechou a porta de quarto. Roosevelt já estava mentindo tão contente quanto ele
sido, mas morto. Uma coincidência, dizer o menos.
Mas se isso tivesse sido o fim, Justin não teria pensado nele assim
muito. Buscou anos o morte do cachorro dele que ele o viu novamente,
se levantando na jarda dianteira, pronto perseguir uma bola se já fosse lançado
novamente. Justin tinha ido para a janela, certo que os olhos dele eram
truques jogando nele, então mais certo que eles não eram. Roosevelt
há pouco estava de pé lá, enquanto esperando.
Depois que Justin tinha chamado a coragem para ir fora, o Roosevelt tinha conduzido
ele a meio-milha oeste para a escola primária nova, até o
dobrar-portas leste-enfrentando que abriram no jardim de infância. Dentro de,
a escuridão não parecia uma falta de luz mas mais de algo somente
vivo, esparramando externo do quarto e no pátio de recreio, para
Justin. Ele sentia fixado à mancha, incapaz fazer qualquer coisa mas tremer, como