Capítulo 29
limitações na arte. Liberdade para fazer a atração dele ao público
com qualquer assunto não mórbido ou indecente, é todo o escritor pode
pergunte. Liberdade para às vezes publicar o que o editor gosta e o
público pode gostar, em vez do que o editor aprova porque o
público gostou, é tudo aquilo que ele precisa. Há bastante
sangue no conto americano contudo, entretanto eu li por
revistas inteiras sem achar uma gota disto.
Quando nós damos literatura na América a mesma oportunidade para inventar,
experimentar, que nós já demos jornalismo, lá vá
seja os sucessores mais legítimos a Irving, para Hawthorne, para Poe e
Bret Harte. Haverá mais escritores, como O. Henry que escreve,
histórias para por favor eles, e assim por favor a maioria. Lá
será menos escritores, como O. Henry que pára com falta do final,
toque de perfeição porque gosto americano (e o americano
editor) não põe nenhum prêmio em trabalho artístico. Haverá mais poucos
histórias, eu confio, onde sentimento é nenhum mais longo uma parte, mas o
inteiro de vida. A maioria de tudo, forme, _the_ formam, o _formula,_ vai
relaxe seu aperto no conto, deixará de seu bater infinito
na porta de interesse, e seu conteúdo presumido quando algum subalterno
(enquanto o cérebro dorme) respostas sua atração estereotípica. E nós podemos
adquira mais narrativas gostam Sra. Wharton "Ethan Frome", nos fazer sentir,
que agora como muito como já há gênio literário que espera na América.
UMA CERTA CONDESCENDÊNCIA PARA FICÇÃO
Se só o leitor de romances dissesse o no qual ele pensa
ficção! Se só a mão morta de opinião hereditária não agarrasse
e torce o que ele sente! Mas ele exercita um julgamento que não é
independente. Livros, como pessoas, ele calcula como muito pelo
reputação tradicional das famílias que eles acontecem para nascer dentro
como pelos méritos podem eles eles possuem, e o tradicional
reputação do romance em inglês foi ruim.
Poesia tem uma tradição mais respeitável. Até mesmo agora, quando o