Capítulo 34
embora com um preconceito de nosso próprio, o preconceito Anglo-saxão
tradicional à raça. E se o humor curioso que
muitos reservam para ficção seja analisado e culpa distribuiu, lá
será uma multidão de leitores, instruído e desaprendido, orgulhoso e
humilhe, crítico e não crítico, que tem que admitir a parte deles/delas.
Não obstante, a ira íntegra inspirada pela situação deve
não nos puxe naquela coisa perigosa e sem humor, um general,
acusação. Há aplenty de leitores que, citar o Pintor uma vez
mais, ache os romances deles/delas "agradável para avoyde o griefe de um
Noite de invernos e comprimento de "dia de Sommers, e é propriamente
apreciativo daquele serviço. Com tal honesto, se un-exato,
leitores eu não tenho nenhuma disputa; nem com muitos mais crítico quem
respeite, enquanto eles criticam, a arte de ficção. Mas com o
estudantes que ficção leve, os críticos que jogam com isto, o
leitor geral que gosta desdenhosamente isto, e a reunião social
entusiasta que negligencia seu melhor para seu worser separe, o assunto
é direto. Tudo são as vítimas de opinião hereditária; mas alguns
deveria saber melhor que ser iludido assim.
O brâmane entre leitores americanos de ficção é claro que o
professor de faculdade de inglês. A atitude dele (eu falo do tipo;
há variações individuais de nota) para o romance é
curioso e interessante. É exibido talvez no título por
quais tais cursos no romance como as licenças de faculdade normalmente são
listado. "Ficção prosaica" parece ser a descrição favorita, um
rótulo projetou para recordar a existência de um undeniably
ficção respeitável em verso do que pode justificar um estudo o mais básico
prosa. Através de tais meios é tão duvidoso um termo como romance ou conto
mantido fora do catálogo de faculdade!
Ainda até mesmo mais curioso é a atitude acadêmica para o romance
isto. Se o professor normal lê muitos ou poucos não é o
questione, nem até mesmo quanto ele desfruta ou os repugna. É isso que