Capítulo 37
nem constrangimento, submerge as poucas vozes varonis elevadas a um lance de
preocupação honesta. A crítica de ficção, levada em geral, é
não tão bom como a crítica de nosso agiu drama, não tão bom como
nossa crítica musical, não tão bom como corrente que revisa de poesia
e de jogos publicados.
É revisores desnorteados pelo coveys de romances nos que atingem
escritórios editorial por todo correio? É o revisando de esquerda de romances
para o noviço como um mero exercício retórico em qual, um assunto
sendo disposto, ele enlata practise a exibição de palavras? Ou é isto
porque um romance é só um romance, só tantos, muitos romances, para
o qual a mesma crítica apressada tem que fazer, se eles são ruins ou
medíocre ou melhor? A página revisando do jornal standard
me enche de depressão indescritível. Lá pareça ser tantos
histórias sobre as quais as mesmas coisas podem ser ditas. Parece ser
tanto ficção que é "workmanlike" que é "fascinante" isso
"nobly agarra América contemporânea" que restará uma parte
literatura permanente" da que "se deita nu o coração ardente o
raça." Claro que a necessidade do jornalista para fazer tudo
"forte" está atrás de muito deste escárnio; mas não tudo. Hereditário
desrespeito para ficção tem mais para ver com esta inundação de ruim
crítica que se aparece à primeira vista.
Porém, muito mais deprimindo é a raridade de real crítica de
o romance em qualquer lugar. Como Henry James, um dos poucos grandes críticos
que estiveram dispostos para levar o romance seriamente, observou dentro um
agora composição famosa, a coisa mais notável sobre o romance moderno em
Inglês nunca é seu aparecimento de tido sido criticado nada.
Um parágrafo ou assim debaixo de "romances do dia" está todo o novelista
pode esperar até que ele é famoso, e mais em quantidade, mas não muito
mais em qualidade, então. Como porque composições críticas dedicaram ao trabalho dele,
estudos distintivos dos que escolhem os poucos livros bons o