Capítulo 88
Filadélfia. Mas eles foram escritos por toda parte para um país vasto
pelos homens e mulheres que freqüentemente nunca vêem um ao outro na carne.
Não houve nenhum centro como Londres onde os escritores podem esfregar cotovelos
meio-um-dúzia tempos por ano. Boston era uma vez tal um capital; só,
porém, para o New England. Nova Iorque é uma justificação-casa de
literatura agora; mas a escritura é, a maioria disto, feito em outro lugar. Isto
é curioso para especular o que poderia ter acontecido se o capital de
os Estados Unidos tinham sido fixos em Nova Iorque em vez de
Washington!
Desta descentralização lá resulta uma falta de ego literário-
confiança na que é um dos fatores mais importantes o
vida intelectual de América. O escritor em Tucson ou Mineápolis
ou Bangor é enormemente dependente nos vizinhos dele impossível
em Manchester ou Glasgow ou York. Ele é abandonado lá, separado
em espaço e tempo, se não em mente, dos homens e mulheres que acreditam,,
como pode acreditar ele, no valor de padrões literários, no
necessidade de não fazer livro legível facilmente, mas o
melhor. Aqui é uma causa da fragilidade de muitos americano
"livros literários."
Não obstante, esta mesma descentralização pode ter, quando nós alcançamos
maturidade literária, suas grandes vantagens. Terminou difícil para-
calcule a cor, a variedade, o _verve_ de vida americana. E
muito disto não vem do empurrão e "apressa" e energia de
América--para energia só energia acabou todo o mundo--mas é bastante
ser achado nos ajustes novos de raça e ambiente que são
multiplicando os Estados Unidos infinitamente por toda parte. É verdade que
Civilização americana parece ser monótona--aquele vê o mesmo
revistas e livros, os mesmos espetáculos de mudança-quadro, a mesma droga,-
lojas, bondes, e hotéis em um modelo de Nova Iorque, ouve o mesmo
gíria e muito a mesma conversação geral de Porto Novo para Los
Angeles. Mas esta monotonia é superficial. Em baixo da superfície lá
é strainings infinito e divergências--o camponês funcionamento imigrante