Capítulo 92
a nação. E então, como um poeta inglês distinto
recentemente dito, a América é sentenciada um desesperado e já-esparramando
mediocridade.
Com esta visão eu desejo discordar em chãos que
é atual e teórico. Há uma falácia aqui começar
com, uma analogia enganadora. É verdade, eu acredito, em Grande
Inglaterra, e também em França que há dois públicos separados;
que os leitores que compram dos postos de notícias são freqüentemente como
completamente inadvertidamente de livros literários para pessoas literárias como se
estes agüentaram a impressão da lua. Mas até mesmo na Inglaterra o
distinção está por nenhum meios afiado; e na América não está um
pergunta de distinções nada, mas de gradações. Em nosso melhor
revistas serão achadas todas as categorias das quais eu tenho
escrito--até mesmo o diletante; e é um crítico corajoso que vai
afirme isso chama a pessoa a vinte só é erudito através de um grupo, e
páginas vinte a quarenta só por outro. Nós somos os mais descuidados
leitores no mundo; mas também o mais voraz e o mais mais
catholic.
E logo, nos deixe se decidir uma vez para tudo aquilo uns burgueses
literatura--por qual, me deixe repetir, eu quero dizer uma literatura que é
bom sem ser muito bom, retifique sem ser totalmente verdade,
inteligente sem estar bem--é uma necessidade por uma população vasta
movendo para cima de geração a geração no intelectual
escale, para um nível que deve ser relativamente baixo para ser
atingível. Nos deixe dizer que tal uma literatura não pode ser real
literatura. Eu estou contente com aquela declaração. Mas tem que existir,
e bem pode vir disto.
Este é o ponto crítico para o qual eu tenho me mudado isto
disserte, e está aqui que a influência esperançosa do americano
espírito, como eu interpreto isto hoje, assume sua importância. Isso
espírito é idealista e democrático. Idealista no senso
que há um profundo e freqüentemente tolamente convicção otimista em
América que todo filho pode ser melhor que o pai dele, melhor em