Capítulo 15
(Doce palavra!) de cereja-torta!
A mim era uma Era
Em vida que Dejeuner!
Eles comeram, eles sipp Madeira
Muito do modo habitual.
Muitos um artigo macio haveria,
Nenhuma dúvida, no cardápio,:
Mas a pessoa fez para vida um céu para mim:
Era o cereja-azedo.
Ligeiramente as colheradas entram
Aquela boca em qual o olhar
De dez meninas justas era centred
Em arrebatador pasme.
Logo aquela assembléia respeitável claro
O prato; e--como comeram eles -
As pedras, todo o coyly, re-aparecem
Em cada prato ilustre.
E quando a Alteza Real dele
Retirado para levar o ar,
Renunciando a nossa timidez natural,
Nós nos abatemos na cadeira dele.
Policial a nossa embreagem de artigos de vestuário:
Nós escarnecemos esses poderes fracos;
E logo os tesouros que tiveram toque
Lábios exaltados eram nossos!
Um grande--no momento
Parece quase divino -
Era sobreviveu que Senhorita Beaumont:
E três, O três, são meus!
Sim! as três pedras em baixo das que descansam
Copo, naquela estante de transação de planície,,
Estranho, uma vez brincou com os dentes
De Realeza isto.
Deixe Parlamento abolir
Igrejas e Estados e Tronos:
Com mão reverente polirei eu
Ainda, ainda meu Cherrystones!
Um torrão de terra--um pedaço de laranja-casca
Um fim de um charuto -
Uma vez andado em por um salto de sapato Magnífico,
Como bonito eles são!
Anos desde, eu escalo São Michael
O Monte dele: - você vai tudo vá lá
Claro que, e esses que gostam vão
Sente na Cadeira de São Michael:
Para lá vi eu, dentro de uma armação,
A caneta--céus de O! a caneta -
Com que um Duque teve sinal o nome dele,
E outros cavalheiros.
"Grande entre gansos", hesitei eu,
"É ela que cultivou aquela pena!"
E, Pássaro Imortal, unalter,
É ainda mine opinião.
Ainda às vezes, como eu vejo meus três
Pedras com uma sobrancelha pensativa,
Eu penso possivelmente poderia haver
E'en maiores gansos que tu.
DESASTRE.
'Twas já assim da hora de infância!