Capítulo 10
aquela promessa. Os dinamarqueses tinham estado roubando extensivamente durante o recente
tumultos na Noruega; este o Hakon Cristão, agora estabeleceu lá,
pagado em tipo, e os dois países estavam na guerra; de forma que Gunhild
pequeno menino era um cartão bem-vindo na mão de Azul-dente.
Hakon provou um rei brilhante e próspero; regulado muitas coisas,
direito público entre outros (Lei de _Gule-Thing_, Lei de _Frost-Thing_,: estes
é pouco codifica do dele concordou pelas Coisas respectivas deles/delas, e teve um
efeito saudável pelo tempo deles/delas); com destreza pronta dirigiu ele atrás
as invasões de nutrir-filho de Azul-dente toda vez eles vieram; e no
todo ganhou para ele o nome de Hakon o Bem. Este dinamarquês
invasões eram uma fonte freqüente de dificuldade a ele, mas o maior dele
e dificuldade ininterrupta era isso de extirpar idolatria pagã de
Noruega, e introduzindo o Evangel Cristão em seu lugar. Seu
ansiedade transcendente para alcançar este empreendimento saudável era desde o princípio
a dificuldade principal dele e tropeçar-bloco; a oposição pagã para isto
também estando arraigado e grande. Os bispos e padres de Inglaterra Hakon
teve, enquanto orando e batizando o que eles puderam, mas só fazendo lento
progresso; muito muito lento para o zelo de Hakon. Por outro lado, todo
Natal-maré, quando o pagão principal foi ajuntado no próprio palácio dele em
o festival sacrificatório principal deles/delas, havia grande pressão posta em
Hakon, sobre borrifar com cavalo-sangue, bebendo Natal-cerveja, comendo,
cavalo-carne, e os outros ritos infelizes; o todo de qual Hakon
detestado, e com todos sua firmeza se esforçaram rejeitar totalmente.
Sigurd, Jarl de Carregue (Trondhjem), um pagão liberal, não abertamente um
Cristão, já era consultor sábio e conciliador em tais negócios;
e provou de grande ajuda a Hakon. Por exemplo, tendo lá uma vez
subido em um Natal-banquete, alto, que quase stormful exigem que Hakon, como um
verdadeiro homem e irmão, deveria beber Natal-cerveja com eles dentro o sagrado deles/delas