Capítulo 18
Segurado os carnavais dele de beleza,
E o selvagem e tempestuoso dele se diverte.
Na angra de Sausalito,
Onde as casas do rosto pálido
Terraplene na ladeira arborizada
E os veleiros montam a âncora,
Vivido uma tribo das pessoas de pescador,
Casas construindo entre as gretas
Das pedras no bayshore,
Pescando nas águas de porto
Das canoas claras deles/delas de sequóia canadense -
Pescando corajosamente em desafio
Da raiva espasmódica do Rei de Mar
Ao invadir do Reino dele
E a matança dos assuntos dele.
Oft o Rei de Mar, em represália,,
Chicoteado o porto com o vento ocidental dele
Cultive os britadores saltados em frenesi,
Barcos destruindo e reivindicando
Muitos pescadores como vítimas.
Esses que se se pegar a em desespero
Para os barcos deles/delas e chegou ao continente
Contado o conto do encontro deles/delas
Com o Rei de Mar na tempestade.
Pelo sufoque das ondas,
Pela chuva motriz e névoa-bancos,
Descoberto o barco do Rei de Mar os,
Puxado por cavalo-marinho tropeçando
Com as jubas deles/delas de seafoam enrolar
Da proa e arrastando para trás.
Pela névoa eles viram isto fracamente,
Como uma aparição fantasmagórica,
Montando abaixo no ondula -
Navio de fantasma, às vezes transparente,
Branco ou cinza - os montar em cima de;
Correndo mais próximo, mais próximo, mais próximo,
Dissolvendo então em vapor;
Ou, às vezes, arremessou além deles.
Olhar rápido dando pelos névoa-bancos
Das Fúrias aos remos,
Dobrando, imergindo, lançando ondas,
Dos remos de magia poderosos deles/delas,
Enquanto a esteira de espumar águas
Fervido e ferveu em correntes de remoinho de água.
Longo a guerra tinha continuado.
Pescadores têm que viver pescando,
E o Rei de Mar reivindicou as vítimas dele
Por uma estratégia de astúcia,
Já buscando os iludir
Para o mar trabalhar a vingança dele.
Quando dia amanheceu em esplendor róseo
Tranqüilo e ainda as águas de porto
Como um mar de cetim roxo,
Só enrugado em arrepia,
Já alargando em um círculo
Onde o pesca saltado a superfície.