Capítulo 20
Enfraquecido a um esboço de sombra,
Então teve sido entrado no silêncio.
Longo e watchfully as pessoas
Esperado pela Rainha Ah-nós-um.
Então um grande medo os descobriu.
'Ela está perdida. O Rei de Mar mau
Cabos o refém dela no barco de guerra dele.'
Assim eles lamentaram, e pediu o Pai,
O Grande Espírito que ele lhes dá
Asas para voar sobre as águas
Onde o Rei de Mar não os pudesse localizar.
'Nos dê asas', eles rezaram 'Em pinions
Vá nós voamos para achar Ah-nós-um.
Nos mude, Gere, em pássaros de mar.
Nos deixe procurar e ache Ah-nós-um,
E afinal, quando nós a achamos,
Nos mude atrás a Pescador People.
Na luz bruxuleante de uma pálpebra,
Todos os homens de pescador e mulheres
E as crianças deles/delas mudaram a Gaivotas de Mar.
E o Pai, já atento
Da promessa dele para Ah-nós-um,
Ponha nos corações de mortais
Amor universal para Gaivotas de Mar.
Foram ordenadas leis até mesmo
Os proteger dos caçadores.
Para este dia as Gaivotas de Mar fiéis
Procure a Baía, agora livre de tempestades;
Procure os barcos de balsa e navios a vapor,
Planando por em esparramar pinions,
Investigando nas faces de pessoas,
Procurando a Rainha deles/delas Ah-nós-um.
Atingindo, balançando, arremessando, chamando,
Nos tons melancólicos deles/delas, 'Ah-nós-um;'
Porque eles sabem que quando eles a acham
Eles mudarão a seres humanos,
Assuntos da Rainha Ah-nós-um.
Assim foi contado a lenda antiga
De Ah-nós-um e as Gaivotas de Mar.
As Ilhas da Baía.
Tamalpais embrulhou o manto dela
Das nuvens sobre os ombros dela.
Fique cinzento* o dia, e melancolia,
Para chuvas de dezembro estava caindo,
Desabando um aguaceiro fixo.
Filiais tristes das sequóias canadenses,
Se inclinando, enquanto gotejando, balançado sobre nós,;
Gemido sobre a cabana só
No declive de Tamalpais.
Pingos de chuva tamborilaram nos herpes,
Bata contra as janelas orientais,
Inundando abaixo o copo em torrentes.
Pelo véu de chuva inclinada.
Poderia ser visto o porto distante,
Com suas manchas de vapores veloso