Capítulo 21
Flutuando, fundindo, desaparecendo.
Na lareira da cabana,
Troncos e nós de anseie estava brilhando,
Estalando com o lance prenderam;
Rebanhos de faíscas estavam voando para cima;
Bandeiras de chama eram acolhimento ondulante,
Esquentando, alegrando, exorcizando,
Fantasmas de Escuridão e fantasmas tímidos;
Brilho trazendo e o odor
Do lance ardente que demora
Como o incenso das florestas.
Pela lareira sentou o Tamal,
Solitário sobrevivente das pessoas dela -
Sábado e escutou o tamborile
Dos pingos de chuva nos herpes,
Para o soughing do oeste-vento
Nas filiais das sequóias canadenses.
Longo ela contemplou no porto,
Mentindo plúmbeo-cinza debaixo de nós.
Então, ela contou esta lenda antiga -
Lenda da tribo dela, o Tamals,,
Lenda de um dilúvio antigo.
"Você vê", ela disse, "as Ilhas
Do Albatroz e Castor?
Por outro nome você os chama.
A pessoa é coroado por uma prisão,
Severo e sombrio, melancolia;
A pessoa é alegre com bandeiras e estamenha,
Tocando com a música marcial
De seus meninos de marinheiro treinando;
Ainda, se você os observa de perto,
Você verá em um o perfil
De um Albatroz, um gigante
Pássaro de mar, dormindo na água,;
Enquanto o outro é um Castor
Sempre enfrentando para o para o leste.
Quando os elencos de sol de meio-dia suas sombras
Você pode ver as características pedregosas dele
Da coberta de navios a vapor de balsa
Se aproxime o cais que vadeia o shallows
Na borda oriental do porto,
Tamals os chamam Ilhas Sagradas
Do Albatroz e Castor,
Para nas parte de trás deles/delas foi levado
Todo o Tamals pelo dilúvio.
As idades desceu a lenda,
Contado por Pais às crianças,
Contado em noites de inverno chuvosas
Redondo as fogueiras de acampamento do Tamals.
Do oceano rolaram as chuva-nuvens,
Vindo as chuva-nuvens incessantemente.
Preto e pesado era as chuva-nuvens,
Iluminado só pelos flashes
Do raio que joga neles.
Derrube a chuva como quedas as torrentes
Nas cachoeiras de rios,
Fracasse dias de escuridão escura,
Fracasse noites de negridão como tinta,