Capítulo 23
Refletido nas águas preocupadas.
Vindo o cume de Tamalpais
Como uma ilha para a superfície;
Abaixo os declives retrocedeu a inundação
Florestas descobrindo para a luz solar,
Então as grama-terras dos vales
E o litoral familiar velho.
Com alegrar todo o Tamals
Buscado as casas deles/delas ao longo do bayshore,
Cantando graças ao Grande Espírito,
Elogios cantando para os salvadores deles/delas,
Albatroz gigantesco e Castor,
Descansando então, dentro do porto.
Então novamente, em voz de trovão,
Falado o Espírito dos Céus;
'Deixe o Totem do Tamals
Seja o Albatroz e Castor;
Procura e Trabalha, seja o lema deles/delas;
E, para que não as crianças das crianças deles/delas
Pode esquecer dos salvadores poderosos deles/delas,
Albatroz gigantesco e Castor
Será mudado para Ilhas rochosas -
Monumentos para sempre estar de pé,
No Porto do Tamals.'
Assim a mulher de Tamal antiga
Contado a Lenda das Ilhas,
Enquanto chuvas de dezembro estavam caindo,
E o fragrante anseie estava queimando
Na lareira da cabana
No declive de Tamalpais.
O Lago de Merita.
O alongamento sombreia de noite
Estava rastejando em Monte Tamalpais,
Pintando com púrpura os vales,
Dourando os cumes e ápice.
Verde seja os arvoredos das sequóias canadenses,
Atando as filiais deles/delas junto;
Por eles os últimos raios de luz solar
Perfurado ao tapete de agulhas.
Só o tinido de água,
Só a brisa nas filiais,
Só a chamada do jays azul
Sem dinheiro o silêncio misterioso.
Longe pelo canhão eu vaguei,
Longe para o acampamento dela nas sequóias canadenses -
A casa da mulher índia,
Enrugado e velho e decrépito,
Aprendido no conhecimento do Tamals.
Se aproximando o acampamento-fogo dela, eu a vi,
E parou em medo, para que não eu infrinjo.
Ela sentou como Sacerdotisa de Florestas,
Cantando com entonações estranhas,
Lentamente, com repetições estranhas,
Balançando em medida rítmica.
A arredonde as criaturas de floresta selvagens
Juntado e sentou a atenção.
Pássaros cessaram os hinos deles/delas de noite,