Capítulo 24
Tremulado a filiais sobre ela,
Escutado como se fascinou.
O cantando foi silenciado quando ela me viu;
Fora fugido as coisas selvagens para cobrir.
"Bem-vindo, meu amigo", disse o Tamal.
"Um assento em meu acampamento-fogo está esperando."
O acolhimento dela era amável e amigável,
Mas fora da sombra das florestas
Veio, enquanto tagarelando, enquanto gorjeando e latindo,
Se ressentindo, repreendendo, reclamando.
Eu sentei pelo acampamento-fogo e escutei
Em maravilha. A cena era misteriosa.
Afinal, quando o plaints tinham baixado,
Ou diminuiu ao longe,
Eu disse, me, amigo, por que magia, "Fale
É criaturas selvagens chamadas a seu acampamento-fogo.
É um segredo que você aprecia?
Você pode revelar isto a outros?"
Ela contemplou nas brasas chamejando,
Dreamily contemplou nas brasas,
Então ela respondeu, "Você me ouviu
Cantando a canção de Merita,
A canção mágica de Merita,
Merita, o amigo de criaturas selvagens,,
Wearers de pele ou de penas,
Criaturas de floresta e montanha,
Pássaros do mar e os pântanos.
Eu lhe contarei o conto de Merita,
Merita, a filha de Yado,,
Chefe das pessoas de pescadores
Que viveu pelo Lago das Árvores de Carvalho,
Longe para o leste do porto.
Esbelto e alto era Merita,
Escuridão seja os olhos dela, e o tresses dela
Lustroso e desmaia como as penas
Aquele vislumbre nas asas do corvo.
Suave e tipo era Merita,
Servindo o jovem e o velho,
Alimentando o doente e os feridos,
Alegrando quando tristeza estava quebrando
O coração de uns um das pessoas dela.
Os Deuses ensinaram para Merita o idioma
De pássaros que fizeram ninhos nas árvores de carvalho,
De thronging de ave de água o tules,
De todas as criaturas peludas que peopled
As colinas e os vales ao redor deles.
Eles vieram longe de quando ela os chamou,
Chamado com a canção dela, e eles aceleraram
Lhe contar as dificuldades deles/delas e tristezas.
Ela saltou para cima as feridas deles/delas e os acariciou,
E lhes contou o wiles dos caçadores.
Vagando um dia para o em direção ao norte,
Ela veio a um riacho onde morangos,