Capítulo 25
Maduro e delicioso estava crescendo
Ao lado de um fluxo pequeno que cascateou
Abaixo do Cume do Grizzlies.
Se refrescando com as bagas
Ela sentou na sombra dos carvalhos ao vivo,
O ancião e widespreading carvalhos ao vivo,
E chamou às criaturas de floresta selvagens,
Cantando a Canção de Merita.
'Venha, venha, venha, pássaros do ar,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha, conte como você tarifa,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha, criaturas selvagens, saiba
Que eu o amo.
Venha, venha, venha, me conte sua aflição,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha, você vai eu sirvo,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha, você merece bem,
E eu o amo.
Venha, venha, venha, eu trago ajuda para você,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha, não tenha nenhum medo,
Porque eu o amo.
Venha, venha, venha - venha - venha - venha.'
Antes do cantar monótono
Era acabado, o Jays Azul e Pisco-de-peito-ruivos,,
Pombos, e Azulões, e Melros
Voado às filiais sobre ela,
E inclinando as cabeças deles/delas para a observar
Aberto as contas deles/delas reclamando.
Abaixo do canhão um corço branco
Entrado com um cabo no ombro dela,
Caia aos pés de Merita,
Berrando o argumento dela para proteção.
Depressa a seta foi levada
Fora dela tremendo ombro.
Então veio o caçador, enquanto procurando -
Parado, e contemplou em assombro.
'Eu sou Zarando, o Tamal,,
Chefe das Mil Pessoas de Carvalhos.
Me perdoe, se eu feri
Um acaricie do estranho bonito.'
Debaixo do braço de Merita
O corço amedrontado rastejou para proteção.
'Eu sou Merita, a filha,
De Yado, o Chefe dos Pescadores
Quem ao vivo pelo Lago das Árvores de Carvalho.
O Corço é meu amigo, e ela responde
Minha chamada para criaturas de floresta todo selvagens.'
'Eu tenho uma chamada', disse Zarando,
'Uma chamada para atrair as criaturas selvagens
Na gama de minhas setas,
Ainda poucos é enganado pela pretensão.
Me ensine sua chamada, oh, Merita.
'Não, não, Zarando; só ame
Puxará as criaturas selvagens ao redor você.