Capítulo 9
E os pés legando dela estavam descansando
Se aproxime a baía e novo-fez rio;
Enquanto o Chefe, o amante fiel dela,,
Dobrando 'neath o fardo sagrado dele,
Estirado os braços dele fora para os vales
Onde as pessoas dele achariam abrigo.
Aqui para gerações incontáveis
Nós vivemos em paz e segurança,
Vagando pelos vales arborizados,
Caçando nos prados gramíneos,
Pescando nas baías e rios.
Agora você sabe a história sagrada
Da Empregada de Tamalpais -
Por que nenhum Tamal já aventurou
Para a crista santa sobre nós.
Vá nós andamos nas características
Da Empregada martirizada que nos salvou?
Vá nós profanamos o pedra-tumba
De nosso Chefe, o dela bem amado?
Lá ela mente em toda sua beleza,
Empregada sagrada de Tamalpais!
Se os olhos dela deveriam virar de céu,
Ela veria pelas águas
Pilhas de caiu rochedos e pedregulhos
No Arvoredo de Mil Árvores de Carvalho,
Onde as árvores de buckeye ainda florescem
Em cima de buracos de morteiro, meio escondido.
Crianças jogam com risada alegre
Esconda e busque entre os pedregulhos.
Até mesmo agora talvez, as Fadas
Vestido como borboletas pode sussurrar
Segredos nas orelhas de crianças,
Se eles escutam as vozes.
Se os olhos dela deveriam localizar os navios a vapor
Como eles enfiam o canal encurvando
Aberto pelo terremoto antigo,
Ela os veria passarem por uma ilha
Em de quem ápice vermelho e estéril
Ela estava ferida na batalha.
Homens brancos chamam isto Rock Island Vermelha,
Não sabendo a cor carmesim
É de sangue, derramado na batalha,
Lutado no ápice alto
De uma montanha que foi engolida
Quando a brecha poderosa abriu,
Partindo mas seu cume projetando
Pela superfície das águas.
Lá ela mente em beleza majestosa,
Empregada martirizada de Tamalpais,
Com a face dela virado para cima a céu,
Como ao rezar, 'me, Pai, Leve;
Salve minhas pessoas; Salve o Tamals.'
Na cabeça dela o neva de inverno
Ponha uma coroa de lustrar cristais.
Barbante de bancos de névoa os braços deles/delas sobre ela
A abraçar e a acariciar.