Capítulo 10
ROSAURA. Hipogrifo selvagem prontamente velocidade,
Tu aquele dost corrido, o ventos excedendo alado,,
Parafuso que nenhum illumes de flash,
Pesque sem balanças, pássaro sem plumagens inconstantes,,
E o bruto roubou por algum tempo
De instinto natural, por que para esta racha selvagem,
Este labirinto de pedras nuas, varredura de dost,
Unreined, indômito, para mergulhar thee abaixo o íngreme?
Fique neste wold montês,
E deixou as bestas que o Phaeton deles/delas vêem.
Porque eu, sem um guia,,
Salve o que as leis de destino decidem,
Benighted, desesperado, a cortina.
Leve qualquer caminho qualquer aquele vento de doth
Abaixo esta montanha áspera para sua base,
De quem sobrancelha enrugada em céu carranqueia ao sol face luminosa.
Ah, Polônia! em humor doente
Hast tu recebeu um estranho, desde em sangue
O nome tu writest em areias de thy
Dela quem dificilmente aqui tarifas quase não a mãos de thy.
Meu destino pode dizer bem assim:--
Mas onde um infeliz pobre achará piedade na aflição dela?
CLARIN. Diga dois, se você por favor;
Não me omita ao fazer plaints gostar estes.
Para se nós somos os dois
Que deixou nosso país nativo com a visão
De buscar aventuras estranhas, se nós somos
Os dois quem, loucamente e em miséria,
Tenha tão longe como isto, e se nós acalmamos
É o mesmo dois que que caiu abaixo esta colina,
Não faz claramente isto a uma quantia errada,
Me pôr na dor e não na conta?
ROSAURA. Eu não desejo dar,
Clarin, para thee, as tristezas de meu coração;
Lamentando por thee deteriorariam a consolação
De fabricação para lamentação de thy de thyself;
Para lá tal um prazer está reclamando,
Que filósofo eu ouvi mantendo
A pessoa deveria buscar uma tristeza e deveria ser vão disto,
Para ser privilegiado para reclamar disto.
CLARIN. Aquele mesmo filósofo
Era um bobo bêbedo velho, a menos que eu erre:
Oh, que eu pude que mil baques o apresentam,
Para que reclamasse a conteúdo ele!
Mas isso que, minha senhora, diga,
É nós para fazer, a pé, só, nosso modo
Perdido nas sombras de noite?