Capítulo 13
Ser educado em crueldade,--
Monstro, empreendendo guerra cruel,:--
E com instintos melhore longe
Eu tenho que ter menos liberdade?
Peixes nascem, a ova de marisco que cria
Onde a flutuação de mar-ervas daninhas limosa,
Escasso se percebe um barco,
Escalado e chapeou para suas necessidades,
Quando de onda acelera renunciar a isto,
Medindo todo o mar poderoso,
Testando sua profundeza
Para suas profundidades tão escuro e frio:--
E com tanto testamento mais livre,
Eu tenho que ter menos liberdade?
Fluxos nascem, um encaracolado-para cima cobra
Quando seu caminho os achados de streamlet,
Escasso uns ventos de serpente prateados
'Mong as flores que tem que abandonar,
Mas uma canção de esteira de doth de elogio,
Triste entretanto sua música é,
Para a planície que cortesmente
Opes um caminho pelo qual voa:--
E com vida que nunca morre,
Eu tenho que ter menos liberdade?
Quando eu penso disto que eu começo,
Aetna-como em desassossego selvagem
Eu arrancaria de fora meu peito
Mordido por pedaço meu coração ardente:--
Para que lei pode partir assim
De certo, sobre negue
Um solitário homem que liberdade --
Aquele presente de doçura que Deus dá
No fluxo cristalino que flui,
Pássaros e pesca que flutua ou voa?
ROSAURA. Medo e condolência mais funda
Eu sinto a toda palavra.
SIGISMUND. Quem meu lamento triste ouviu?
O que! Clotaldo!
CLARIN [aparte para o amante dele]. Diga 'tis ele.
ROSAURA. Não, 'tis mas um infeliz (ah, eu!)
Quem nestes cavernas escuras e frio
Ouve o conto que seus lábios desdobram.
SIGISMUND. Então você morrerá por escutar assim,
Que você pode não saber que eu sei
Que você sabe o conto que eu contei.
[A agarra.]
Sim, você morrerá para vadiando próximo:
Nestes braços fortes magro e severo
Eu o rasgarei membro de membro.
CLARIN. Eu sou surdo e não pude ouvir:--
Não!
ROSAURA. Se coração humano que você agüenta,
'Tis bastante que eu me prostro.
A pés de thy, me liberar!
SIGISMUND. Voz de thy estranha pode me desenvergar assim,