Capítulo 23
havia só mais raiva para acontecer, e o mais ela
relaxado o mais livre os nervos dela eram levar a impressão do
raiva acumulou para cima nela; por conseguinte era como disse ela: o mais
ela relaxou o mais "furioso" ela adquiriu. Depois, esta mesma pequena menina veio
entender completamente que ela tem que ter um real desejo para a superar
enfureça para ter sentimentos melhores surge depois que ela tivesse derrubado
a contração da raiva.
Eu conheço uma mulher para que tem celebrado tal ódio fixo
certas outras pessoas que a tensão disto a manteve doente. E isto
é todos um assunto de sentir: primeiro, que estas pessoas interferiram
com o bem-estar dela; segundo que eles diferem dela em opinião.
De vez em quando o ódio dela acha uma abertura e se gasta dentro
lágrimas e palavras amargas. Então, depois do alívio externo de deixar
fora o sentimento retido dela, fecha ela novamente e a pessoa pensaria
da voz dela e maneira--se a pessoa não parecesse muito fundo dentro--isso
ela teve só bondade por todo um. Mas ela fica nervosamente doente
sem parar.
Como ela poderia fazer caso contrário com aquela tensão nela? Se ela fosse
constitucionalmente uma mulher forte que esta tensão de ódio teria
usado nela, entretanto possivelmente não a fez realmente doente; mas,
sendo naturalmente sensível e delicado, a tensão a manteve um
inválido completamente.
"Mãe, eu não posso estar de pé a Maria", uma filha diz à mãe dela, e
quando investigação é feita os achados de mãe que o que a filha dela não "pode
posto" é modos que diferem dela próprio. Porém, às vezes eles
é modos muito desagradáveis que são precisamente como os modos do
pessoa que não os pode estar de pé. Se uma pessoa é imperiosa e
exigindo ela adquirirá especialmente aborrecida a outra pessoa para
sendo imperioso e exigente, sem uma suspeita que ela é,
contestando veementemente a uma reflexão dela.
Há dois modos nos quais as pessoas seguem nossos nervos. O primeiro modo
mentiras na diferença deles/delas de nós em hábito--em pequenas coisas e em