Capítulo 21
Fogo vivo isso com intensest
Fúria queima quando a maioria opôs --
Arda o vento reaviva e fortalece,
Falso, enganoso, traiçoeiro inimigo
Qual doth assassinam seu possuidor --
Em uma palavra, deseje nele,
Quem nem Deus nem respecteth de lei,
Do horrível, do chocar,
Pensa mas só tentar isto.--
Sim, eu ousei. . . . Mas aqui perturbou,
Quando, meu senhor, eu isto se lembra,
Emudeça a voz em faltas de horror,
Triste o acento desfalece e treme,
E como 'meio as sombras escuras da noite,
O cabelo estava em fim por terror;
Assim confuso, assim cheio de dúvida,
Recordação triste assim o'erwhelms eu,
Que a coisa que eu ousei fazer
Eu desafio escasso em palavras para contar thee.
Para, em multa, meu crime é tal,
Assim ser detestado, detestou,
Assim profane, tão sacrílego
(Estranho em thee assim apertar isto),
Que por ter tal cometido
Eu sinto um pouco de arrependimento às vezes.
Bem, em multa, eu ousei uma noite,
Quando silêncio fundo tinha erguido
Sepulcros de sono passageiro
Para os sensos de overwearied de homens,
Quando um véu escuro e nublado
Céu teve o'er que sua face estendeu --
Lamentando que assumiu o vento
Para o sol cuja vida tinha terminado --
Em de quem obséquios os noite-pássaros
Cisne-nota cantaram em vez de versos,
E quando atrás de ondas de safira,
Onde a beleza deles/delas foi refletida,
As estrelas claras uma segunda vez
Luzes trêmulas para céu apresentado:--
Bem, em tal uma noite, escalando,
O'er a parede de jardim, eu entrei
Com a ajuda de dois amigos
(Para quando são tentadas tais coisas
Um sócio nunca falha),
E em horror e em terror,
Buscando na escuridão minha morte,
Alcançado a comprimento a cela (eu tremo
Se lembrar disto) em qual
Era meu primo quem respeitoso
Silêncio me licita não nomear,
Embora todo o amor-próprio me deixasse.
Amedrontado a tal horror sem nome,
No chão duro ela caiu insensata,
Quando ela passou em meus braços,
E antes que ela recuperou os sensos dela,
Ela já estava fora
O asilo dela, em um deserto,,
Quando se céu possuísse o poder,