Capítulo 68
E Phoenix de seus raios nasce com a luz de manhã.
POLONIA. Então desde você assim ganhou
Seu desejo, ye dois, agora livre e unconstrained,
Escute o que eu conto,
E tudo que me ouvem também escutam, como bem.
Com todo o espetáculo externo
De fervour veio um homem quem todos nós conhecemos,
Buscando para a caverna de Patrick,
Entrar lá, e assim a alma dele economize.
Ele entrou nisto, e cometh adiante hoje,
E 'tis porque meu terror e desânimo
É equilibrado por minha maravilha que comigo
Eu o trago ver este prodígio santo.
Eu não lhe falo que é ele para que não medo
Deva assim meu coração faz covarde, que eu ne'er
Poderia chegar ao fim que eu busquei:--
'Tis para este objeto que você aqui é trazido.
LESBIA. É mas só direito
Que eu deveria entrosar terror com delícia.
POLONIA. Se força dele hath fugiram,
E ele estendeu no morto de mentiras de caverna,
Pelo menos 'espetáculo de sarja
O castigo dele; e se ele vier, nós saberemos
O mistério que está aqui;
Se seguro ele vem, quem cometh adiante, por medo
Por acaso ele pode não falar,
Mas, os homens voadores, um pouco de solidão pode buscar
Viver e morrer só.
LEOGAIRE. Que mistérios poderosos mentem aqui o desconhecido.
CAPITÃO. O tempo é oportuno que nós vimos aqui,
Para o religioso quem nós vemos puxe próximo,
Tudo tomaram banho em lágrimas, agora vá
Para a boca da caverna em fila solene, silenciosa
Lançar os portões aparte.
* * * * *
CENA O X.
A procissão avança para a caverna; os portões são abertos pelo
Antes e os assistentes dele. LUIS ENIUS vem adiante, surpreso.-- O
MESMO.
ANTES. E esses de céu, O Deus, mantenha aberto largo
Para lágrimas penitentes e suspiros.
Possa este pecador pobre desta elevação de calabouços,
Este lugar escuro e escuro,
Onde nunca brilhos o brilho de face de Thy.
POLONIA. O portão é aberto.
ANTES. Oh, que felicidade!
PHILIP. 'Tis Luis!
LUIS. Me, céu, abençoe! em piedade abençoe!
Ah! é isto possível que eu estou aqui