Capítulo 5
Capítulo III.
Júpiter Tonans.
Uma manhã boa (semana de Epifania), eu era duro no trabalho (desculpa amigo íntimo velho,
se eu dissesse duro: embora minha mão tivesse sido contagens de tempos compelidas em Londres
derrubar a pena por fadiga completamente, contudo eu nunca antes de controlou um pico
e pá), eu ouço um barulho sacudindo entre a escova. Meu cachorro fiel,
Bonaparte, não manteria debaixo de meu controle. "O que é para cima?" "Sua licença,
companheiro." era a pergunta peremptória de um seis-pé da mesma categoria em camisa azul,
botas grossas, a face de um rufião armou com uma carabina e baioneta fixa.
O velho sendo trocado "certo", eu perdi visão daquele espécime de colonial
brutedom e o similars dele, chamou, como aprendi então eu, "armadilhas" e "cavalarianos."
Eu parti fora trabalho, e não pôde fazer um golpe mais aquele dia.
"Eu vim, então, 16,000 milhas em vão adquirir longe da lei da espada!"
era minha reflexão triste. Minha tristeza não foi mitigada por meus companheiros e neighbours
me informando, aquela Austrália era uma determinação penal. Assassinos inveterados,
assaltantes audaciosos, bushrangers sanguinário, eram o triunvirato governante,
o pula de Europa velha, Vandemonians chamado, nisto a terra de boi-motoristas.
Claro que eu sentia domesticado, e sentia menos bravo, à procura seguinte,
para licença. Ao fim posterior do mês, cem e setenta
sete batem foram descobertos troy, em duas massas soberbas de ouro, à profundidade
de sessenta pés, no oposto de colina onde eu estava trabalhando. A conversa era logo
Vulcanish pela terra. Rego canadense era como ricos em caroços como outro
ouro-campos estão em pó. Cavadores quem a febre de ouro tinha feito
cortina totalmente, para abandonar Ballaarat para Monte o Alexander e Bendigo,
agora voltado como corvos à mancha velha; e para o fim de fevereiro,' 53,
Rego canadense estava em sua glória completa.
Capítulo IV.