H. C. (Henry Charles) Carey
Capítulo 49
Tudo que tende a diminuir a quantidade de labute exigido para o
produção de comida tende a permitir o a dar mais à preparação
de maquinaria requerida para o formando e trocando do
produtos; e aquela maquinaria em sua volta tende a aumentar a quantidade
isso pode ser dado a aumentar a quantia de produtos, e para
preparando a grande máquina; e assim, enquanto aumentando o presente
devolva para labutar, enquanto preparando para um aumento adicional futuro.
O primeiro cultivador pobre obtém cem alqueires durante o ano dele
salários. Bater isto entre duas pedras requer muitos dias de labute,
e o trabalho não é meio terminado. Tido ele um moinho no bairro ele
tenha farinha melhor, e ele teria quase o todo desses
dias dar na terra dele. Ele levanta o grão dele. Tido ele uma foice,
ele teria mais tempo pela preparação da máquina de
produção. Ele perde o machado dele, e requer dias dele e seu
cavalo na estrada, obter outro. A máquina dele perde o tempo e
o adubo ambos de que teria sido economizado teve o machado-fabricante sido
à mão. A real vantagem derivou do moinho e a foice, e
da proximidade do machado-fabricante, simplesmente consiste no poder
o qual eles o dispõem dedicar o dele labute cada vez mais para o
preparação da grande máquina de produção, e tal é o caso
com toda a maquinaria de conversão e troca. O are habilita
ele para fazer como muito em um dia como com uma pá ele poderia fazer em cinco. Ele
melhora quatro dias para drenagem. O vapor-máquina escoa como muito como,
sem isto, poderia ser escoado por milhares de dias de labute. Ele tem
mais desocupado a marl ou engoda a terra dele. O mais do que ele pode extrair
a propriedade dele o maior é seu valor, porque toda coisa que ele leva
é, pelo mesmo ato de levar isto, formou para ajudar produção adicional.
Então, a máquina melhora através de uso, considerando que pás, e ara,
e vapor-máquina, e todos outro dos instrumentos usados por homem, é
mas as várias formas nas quais ele forma partes do grande