H. C. (Henry Charles) Carey
Capítulo 55
CAPÍTULO VII.
COMO LABUTE ADQUIRE VALOR E O HOMEM FICA LIVRE.
A proximidade do mercado não só permite o fazendeiro a enriquecer o seu
terra e obter muito mais disto que ele poderia fazer caso contrário, mas isto
também produz uma demanda para muitas coisas que seriam desperdiçadas caso contrário.
No Oeste, homens não fixaram nenhum valor em palha, e em quase toda parte de
este país o surgindo desperdício fora da ausência de um mercado para qualquer
artigos mas esses que podem ser levados a uma distância, tem que golpear
todo viajante. Quase perto da cidade ou cidade, tem toda coisa
alguns avaliam. Tão também com labute, o valor de qual, assim de terra,
tende a aumentar com todo aumento na facilidade de trocar
seus produtos.
O colono solitário tem que ocupar as manchas que, com o rude dele
maquinaria, ele _can_ cultivam. Tendo cavalo nem acarreta, ele
leva casa a colheita dele nos ombros dele, como é agora terminado em muitas partes
de Índia. Ele leva uma pele para o lugar de troca, distante,,
talvez, cinqüenta milhas, obter para isto couro, ou sapatos. População
aumentos, e são feitas estradas. As terras férteis são cultivadas. O
loja e o moinho vêm mais próximos a ele, e ele obtém sapatos e farinha
com o uso de menos maquinaria de troca. Ele tem mais desocupado para
a melhoria da terra dele, e os lucros para suportar aumento. Mais
pessoas obtêm comida agora da mesma superfície, e lugares novos de
troca se aparece. A lã, naquele mesmo lugar, é convertida em pano, e
ele troca diretamente com o fabricante de roupa. O serra-moinho é à mão, e
ele troca com o serrador. O curtidor lhe dá couro para seu
peles, e o papermaker lhe dá papel para os trapos dele. Com cada de
estas mudanças ele tem cada vez mais de tempo e aduba para dedicar
para a preparação da grande máquina de comida-fabricação, e com cada
ano os lucros são maiores. O _power dele para command_ o uso do
maquinaria de aumentos de troca, mas o therefor de _necessity_ dele
diminui, para com cada há uma tendência crescente para