H. C. (Henry Charles) Carey
Capítulo 72
consideração de obter o controle do mercado de Portugal para
a venda das manufaturas dela, Grã Bretanha concordou em dar o
vinhos daquele país grande vantagem em cima desses de França.
Contra todos os erros do sistema, Dr. Smith, porém, elevou dentro
vão a voz de advertência dele. "O "tesouro de Inglaterra era, foi pensado, para
seja achado "em comércio exterior", e toda medida adotou pelo
governo teve a extensão daquele comércio à vista. Com cada novo
melhoria de maquinaria havia uma lei nova que proibe sua exportação.
Foram obrigadas as leis contra a exportação de artesãos, e um adicional
a pessoa proibiu a emigração de navios carvoeiros. O leitor verá prontamente
que uma lei que proibe a exportação de algodão ou maquinaria lanosa era
precisamente equivalente a uma lei compelir todos os produtores de lã ou
afague para buscar o mercado distante de Inglaterra se eles desejassem
converta os produtos deles/delas em pano. Os inventores de maquinaria, e o
artesãos que desejaram trabalhar isto, era assim privado de liberdade de
ação, para que pudessem ser feitos os estrangeiros os escravos desses que
controlado o girar-jenny, o tear, e o vapor-máquina, em
de quem mãos que era desejado centralizar o controle dos fazendeiros
e plantadores do mundo. Inglaterra seria feita "o seminário do
mundo", embora as pessoas dela tinham sido advertidas que o sistema não era
só antinatural, mas no grau mais alto injusto, e até mesmo mais
impolítico que injusto, porque enquanto tendendo a expelir capital e
labute do grande e lucrativo mercado de casa, grandemente tendeu para
o "desânimo de agricultura" nas colônias e nações
sujeitado ao sistema, e prevenir o aumento natural do
mercado distante menor e menos lucrativo no qual ela estava se tornando
mais dependente.
Através de graus a tendência do sistema ficou óbvia. Generosidades no
importação de madeira, e lã, e linho, e outras matérias-primas, tendidas,
"o desânimo de agricultura" em casa, e generosidades no