Capítulo 35
Assim pias a dia-estrela na oceano-cama,
E ainda consertos já a cabeça se inclinando dele,
E truques as vigas dele, e com minério novo-lantejoulado
Chamas na testa do céu matutino:
Assim Lycidas afundado baixo, mas montado alto,
Pelo querido poder dele isso caminhou as ondas,
Onde outros arvoredos e outros fluxos ao longo de,
Com néctar puro as fechaduras limosas dele ele laves,
E ouve o unexpressive canção nupcial,
Nos reinos de blest submisso de alegria e amor.
Lá o entretenha todos os santos acima,
Em tropas solenes, e doces sociedades,
Isso canta, e cantando no movimento de glória deles/delas,
E esfrega as lágrimas para sempre dos olhos dele.
Agora, Lycidas, os pastores lamentam nenhum mais;
Daqui em diante tu arte o gênio da costa,
Em thy recompensa grande, e shalt é bom
Para tudo aquilo vague naquela inundação perigosa.
Assim cantado o mancebo rude para os carvalhos e córregos,
Enquanto a manhã imóvel saiu com sandálias fique cinzento*,
Ele tocou as paradas tenras de várias penas,
Com gorjeio de pensamento ansioso a posição de Doric dele:
E agora o sol tinha estirado todas as colinas,
E agora foi derrubado na baía ocidental;
Afinal ele subiu, e se contraiu o manto dele azul,
Amanhã para bosques frescos, e pastos novo.
LYCIDAS.
En! laurus de iterum, myricae de salvete de iterum,
Pallentes, nullique hederae quae ceditis aevo.
Tem baccas de venio, quanquam sapor asper acerbis,,
Decerptum, quassumque manu folia ipsa proterva,,
Maturescentem praevortens improbus annum.
Gravis de Causa, cansa de pia, subest, et amara deum lex,;
Nec esmagam sponte mea vobis rata tempora turbo.
Periit de Vietnã Lycidas, juventa de superante de periit,
Imberbis Lycidas, praestantior de non de quo alteram.
Cantare de Quis neget de Lycida super? Ipse quoque artem
Norat Apollineam, versu de imponere de versumque,
Non nullo vitreum fas innatet ille feretrum
Flente, voluteturque arentes corpo anúncio auras,,
Indotatum adeo et lacrymae vocalis egenum.