Capítulo 15
Por um deus, pôde outro
Diga, "Não, não, eu não desejo isto."
Então se Deus deve ser todas as mãos,
Tempo poderia vir quando eles difeririam,
Um criando, uma abolição,,
Antes que o outro trabalho era acabado,
Como o poder de cada era igual,
Mas desigual era os desejos deles/delas.
O qual destes dois poderes conquistaria?
DEMÔNIO. Em assuntos impossíveis e falsos
Não pode haver nenhum argumento;--
Mas seu premissas admitindo,
Diga isso que então?
CYPRIAN. Que deve haver
Um Deus exclusivo, todas as mãos, toda a visão,,
Bom Supremo, supremo em graça,
Um que não pode errar, onisciente,,
Um o mais alto, nenhum pode igualar,
Não começando, contudo o Novato,
Uma pura essência, uma substância exclusiva,,
Um trabalhador sábio, ozônio willer exclusivo;--
E entretanto Ele em um ou dois
Ou mais pessoas sejam distinguidas,
Ainda a Deidade soberana
Deve ser um, sublime e único,,
A primeira causa de toda causa,
O primeiro germe de toda a existência.
DEMÔNIO. Como possa eu nego tão claro,
[Eles sobem.
Tão conclusivo uma posição?
CYPRIAN. Você sente isto?
DEMÔNIO. Que não vai
Sinta para achar outro mais rápido
Na rivalidade de inteligência?--
E entretanto eu não sou deficiente
Em uma resposta, eu isto,
Passos ouvindo que se aproximam para cá
Pela madeira; além 'tempo de tis
Eu procedi para a cidade.
CYPRIAN. Entre em paz.
DEMÔNIO. Permaneça em paz.--
[Aparte.
Tão envolvido em estudo É ele,
Que eu o tenho que desmamar agora disto,
Tecendo o arredondam o embruxamento
De beleza rara. Desde que eu tenho licença
Tentar meus fogos para acender
No peito de Justina, um golpe,
Assim, duas vinganças me darão.
[Saída.
CYPRIAN. Nunca visto eu tal um homem.
Mas desde que ainda minhas pessoas demoram,
Eu, a causa de tanto dúvida,,
Se esforçará para reconsiderar agora.
[Ele retoma a leitura dele, sem perceber a aproximação desses que entram.
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CENA IV.
Entre em LELIUS e FLORUS.-- CYPRIAN.