Capítulo 27
MOSCON. Livia, em multa, para quem eu morro,
Para-dia me ama, e amor de para-dia eu.
Feliz é ele que pode dizer tanto.
CLARIN. Hearken, meu amigo,: você sabe meu modo.
MOSCON. Por que esta fala? Uma ameaça mente nisto?
CLARIN. Note, ela não é seu um minuto
Depois que o relógio golpeie doze para-dia.
[Exeunt.
* * * * *
XI DE CENA.
A RUA ANTES DE A CASA DE LYSANDER: NOITE
Entre em FLORUS e LELIUS a lados opostos, enquanto não vendo um ao outro.
LELIUS [aparte]. Escassamente tem a noite de darksome
O'er que a sobrancelha de céu estendeu*
Seu véu preto, quando eu venho mais perto
Adorar este limiar sagrado;
Para embora à oração de Cyprian,
Eu minha espada afiada suspendeu,
Eu não tenho meu amor, para amor,
Nunca pode ser suspendido.
[nota de rodapé] * Asonante em e-e, para o fim do Ato.
FLORUS [aparte]. Aqui o amanhecer me achará esperando:--
Aqui, porque 'força de tis me compele
Ir conseqüentemente, porque eu, em outro lugar,,
Está longe de meu verdadeiro centro.
Vá amar o dia tinha vindo,
E com isto o querido, esperou
Resposta que Cyprian pode me trazer,
Arriscando tudo naquela aventura.
LELIUS [aparte]. Eu seguramente tenho naquela janela
Ouvido um barulho.
FLORUS [aparte]. Algum som desce aqui
Daquela sacada.
* * * * *
XII DE CENA.
O Demônio se aparece a uma janela na casa de LYSANDER.
LELIUS [aparte]. Uma figura
Assuntos disto, de quem presença escura
Eu distingo.
FLORUS [aparte]. Pela escuridão
Eu posso perceber alguma pessoa lá.
DEMÔNIO [aparte]. Para as muitos perseguições
A cabeça de O'er Justina iminente,
O puro honour dela para difamar
Assim eu faço um começo corajoso.
[Ele desce por uma escada de mão.
LELIUS [aparte]. Mas, aflição de O! o que é isto que eu testemunho!--
FLORUS [aparte]. O que eu vejo! Oh, miserável! miserável!--
LELIUS [aparte]. Da sacada para o chão
A figura escura desceu.
FLORUS [aparte]. Da casa dela vem um homem adiante!--