Capítulo 31
Moscon não pode ir nenhum para-dia lá.
CYPRIAN. Disputando deste modo já dentro,
Como ye ambos minha prova de paciência!
Por que ele não pode ir? Diz por que?
CLARIN. Porque para-dia não é o dia dele.
Mine é, senhor, para a tristeza dele.
Assim sua mensagem que eu agüentarei.
Moscon não enlata para-dia vá lá;
Ele terá o para-amanhã de volta dele.
CYPRIAN. Que loucura nova pode ser esta
O qual seu espetáculo de doth de feudo habitual?
Mas agora nenhum de você vai,
Desde então em todo seu esplendor
Vem Justina.
CLARIN. Da rua
Para a casa dela vai ela.
* * * * *
CENA II.
Entre em JUSTINA e LIVIA, ocultou. -- CYPRIAN, MOSCON, e CLARIN.
JUSTINA. Ah, eu!
Cyprian está aqui. [Aparte para ela.] Veja, Livia, veja!
CYPRIAN [aparte]. Eu tenho que me esforçar e devo ser discreto,
Fingindo com uma inteligência pronta,
Cultive meu ciúme que eu posso provar.
Eu só falarei de amor,
Se meu ciúme permitirá.
Não em vão, senora docemente,--
Eu mudei o vestido de meu estudante,
O libré de encanto de thy,
Como criado a pés de thy,
Assim eu uso. Se suspiros pudessem mover thee
Eu labutaria para merecer thee;
Me dê parta para servir thee pelo menos,
Desde então tu murche não me deixado amar thee.
JUSTINA. Efeito leve, senhor, como vejo eu,
Tenha minhas palavras produzidas em você,
Desde que eles não trouxeram. . . .
CYPRIAN. Muito verdadeiro!
JUSTINA. Um esquecimento de mim.
De que modo tenho que explicar eu
Limpador que eu fiz antes,
Aquela persistência a minha porta
É e já deve ser vão?
Se um dia, um mês, um ano,,
Se lá para idades fica você,
Naught mas isto que agora eu digo
Já possa você espera ouvir.
Como seja minha mais recente respiração,
Deixe este thee de movimento de garantia triste,--
Destino proibe que eu devesse amar thee,
Cyprian, menos em morte.
[Ela move para a casa.
CYPRIAN. A estas palavras reavivam minhas esperanças:--
Triste! não, não, a alegria eles me movem,