Capítulo 42
JUSTINA. Não é bastante de noite isto,
Lelius, mas em dia aberto
Assim formas fictícias para ver?
LELIUS. Forma de fantasma ou real amante,
Agora a verdade que eu descobrirei.
[Ele entra no quarto onde O Demônio tinha desaparecido.
JUSTINA. Eu nenhum thee de oferta de obstáculo,
Para minha inocência, um modo,
Às custas desta permissão,
Assim descobre a submissão da noite
Corrigir pela luz de dia.
* * * * *
XII DE CENA.
LYSANDER e JUSTINA; LELIUS, dentro.
LYSANDER. Meu Justina.
JUSTINA [aparte]. Aflição é eu!
Ah, se aqui antes de Lysander*
Lelius daquele quarto vem adiante!
[nota de rodapé] * Asonante em um-i para o fim de XVII de Cena.
LYSANDER. Meus infortúnios, meus desastres,
Voe para ser consolado através de thee.
JUSTINA. O que pode ser a aflição, a tristeza,,
Que sua face trai tão claramente?
LYSANDER. E nenhuma maravilha, quando a palidez
Fontes igualam do coração. Isto que chora
Paradas minhas palavras fracas na passagem deles/delas.
[LELIUS se aparece à porta do apartamento.
LELIUS [aparte]. Eu começo a acreditar agora,
Desde que ele não está nesta câmara,
Ciúme pode causar estes espectros.
Ele, o homem que eu vi, desapareceu,
Como eu não sei.
JUSTINA [aparte para Lelius]. Não venha adiante,
Lelius, aqui antes de meu pai.
LELIUS. Convalescente em minha doença
Eu esperarei até que ele esteja ausente.
[Se aposenta.
JUSTINA. Por que este chorão? por que isto que suspira?
O que, senhor, move thee, que thee de unmans?
LYSANDER. Eu sou movido por um infortúnio,
Eu estou não tripulado por um desastre,
Maior longe que piedade tenra
Já lamentado,--o exemplo terrível
Crueldade jurou fazer
No sangue inocente de mártires.
Para o Governador desta cidade
Decius César um mandato rígido
Despachou. . . Eu posso falar nenhum mais.
JUSTINA [aparte]. Que e'er de posição era mais duro?
Movido com piedade pelos cristãos
Para cá vem a mim Lysander
As notícias tristes para contar, não sabendo,