Capítulo 50
o teatro.
CYPRIAN. Nunca visto eu tal uma maravilha!
Ne'er uma visão de tanto terror!
CLARIN [piando]. Com o medo e com o medo,
Eu desfruto um tremor dobro.
CYPRIAN. Pássaro montês poderoso que fliest,
Árvores para asas que substituem penas,
Transporte cujo balança proveja o equipamento,
Como tu furrowest pelo zéfiro,
Para centro de thy atrás thee de retorno,
E assim termina este medo, este terror.
[Os lucros monteses para sua posição original.
DEMÔNIO. Se uma prova não é suficiente,
Eu lhe darei então um segundo.
Você deseja ver a mulher
Você adora?
CYPRIAN. Sim.
DEMÔNIO. Então, entranhas de thy
Ope, tu o monstro, para de quem sendo
Os quatro elementos são os criados.
Mostre a nós a beleza perfeita
Que tu hidest em centro de thy.
[Uma pedra abre e JUSTINA que dorme é visto.
Isto é ela quem adora você?
CYPRIAN. Quem eu idolatro além de medida.
DEMÔNIO. Mas desde que eu tenho poder para a dar,
Eu posso a levar também, se lembre.
CYPRIAN. Agora sonho impossível meu,
Agora braços de thy serão o centro
De meu amor, lábios de thy o sol,
Queimando, enchendo até a borda como com néctar.
DEMÔNIO. Fique; para gaveta a palavra que você me deu
É afirmado, e bem atestou,
Você não a pode tocar.
[CYPRIAN apressa para a pedra que fecha.
CYPRIAN. Oh, permanência
Nuvem que esconde o mais resplandecente
Ponha ao sol que em meu e'er de felicidades amanheceu!--
Mas 'tis arejam minhas imprensas de braço nulas.--
Eu acredito sua arte, reconheça
Agora eu sou para sempre seu escravo.
O que deseja você que eu faça para thee?
O que pergunta você?
DEMÔNIO. Ser protegido
Por sua assinatura aqui escrito
Em seu sangue, ao pé de uma carta.
CLARIN [piando]. Oh! Eu daria minha alma que eu
Ficar aqui não tinham sido tentados.
CYPRIAN. Para minha caneta eu uso este punhal,
Papel deixou este saque de pano branco para,
E o wherewith de tinta que eu escrevo isto,
Seja o sangue meu braço me apresenta.